TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Vale do Ivaí

publicidade
ECONOMIA

Indústria impulsiona 50% dos novos empregos na região de Arapongas e Apucarana

Das 2,4 mil vagas criadas entre janeiro e março deste ano, 1,1 mil foram criadas pelo setor em 28 municípios

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Indústria impulsiona 50% dos novos empregos na região de Arapongas e Apucarana
Autor Apucarana mantém liderança no segmento de confecção no Paraná, afirma Sivale - Foto: Gaby Campos

A indústria foi a grande responsável pelo saldo positivo de postos de trabalho com carteira assinada na região. Das 2,4 mil vagas criadas entre janeiro e março deste ano, 1,1 mil – quase 50% – foram criadas pela indústria em Apucarana, Arapongas e mais 26 municípios. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Outras contribuições vieram do setor de serviços, com 937 vagas, seguido pela construção civil (173), comércio (138) e agropecuária (12).

- LEIA MAIS: Ratinho Jr. oficializa medicina em Apucarana e anuncia investimentos de R$ 79 milhões no curso

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Grande parte do saldo do setor industrial se deve ao segmento de transformação, como a fabricação de móveis, que responde por 47% das vagas de emprego, seguida pela confecção de vestuário, com 18%. Outras atividades, como a preparação de couros e a fabricação de produtos de madeira, também colaboraram com o saldo positivo.

O município com o maior saldo é Arapongas que fechou o trimestre 1,3 mil postos de trabalho, ante 7.790 admissões e 6.457 desligamentos. Assim como na média regional, a indústria se destacou com 626 colocações no mercado de trabalho local, seguida pelo setor de prestação de serviços, com 540 vagas. Outras contribuições vieram dos segmentos de comércio, construção civil e agropecuária. No geral, o mercado formal do município é composto por quase 41 mil trabalhadores com carteira assinada.

Com 5.492 admissões e 4.917 desligamentos, Apucarana encerrou o trimestre com 575 postos de trabalho com carteira assinada. A maioria das colocações ocorreu na indústria, que contratou 380 trabalhadores no período, seguida pelo setor de prestação de serviços, com 112, na construção civil, com 42, e no comércio, com 41.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sabáudia detém o terceiro maior saldo, com 251 vagas de emprego, a maioria gerada pelo setor de serviços e pela indústria.

Em março, o mercado de trabalho regional encerrou com 729 postos de trabalho com carteira assinada. No recorte mensal, entretanto, a prestação de serviços foi o setor com o maior número de vagas, com 373, seguido pela indústria, com 302, e pelo comércio, com 119. A agropecuária perdeu 52 vagas, bem como a construção civil, que extinguiu 13 postos. Os maiores saldos são de Arapongas (497), Apucarana (111) e Sabáudia (79).


CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apucarana mantém liderança no segmento de confecção no Paraná, afirma Sivale

A presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Apucarana e Vale do Ivaí (Sivale), Elizabete Ardigo, afirma que o setor perde apenas para a indústria de alimentos na geração de vagas no estado. Apucarana lidera os números do segmento no Paraná e se consolida como o maior polo de confecção da região.

De acordo com ela, a demanda contínua por trabalhadores é uma característica do setor. "Mesmo com a tecnologia, a gente ainda precisa de muita mão de obra humana. Cada vez mais as indústrias estão crescendo no Paraná e em Apucarana, e a gente precisa contratar", explica.

"Apucarana hoje tem zero desemprego, só não trabalha quem não quer", afirma. Além de atender o mercado nacional, o setor de confecção local registra crescimento nas exportações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para ampliar essa atuação, o Sivale, em conjunto com o Arranjo Produtivo Local (APL) de Bonés e a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), tem focado na capacitação das empresas. "Estamos fazendo um grande trabalho com as indústrias, de conscientização e treinamentos para elas aprenderem como exportar, o que gera um valor maior", conclui Elizabete.


Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Vale do Ivaí

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV