"É uma criança perto de mim", dispara Andressa Urach sobre Virginia Fonseca
Influenciadora minimizou a trajetória da empresária e afirmou que ela segue fórmulas já reveladas em sua autobiografia
A influenciadora Andressa Urach voltou a movimentar as redes sociais ao fazer duras críticas à trajetória de Virginia Fonseca. Durante sua participação no programa "Close Errado", transmitido pela DiaTV, Urach analisou as estratégias de engajamento e visibilidade no ambiente digital e afirmou que a empresária é uma "cópia" do seu estilo de atuação na internet.
Aos 39 anos, a ex-Fazenda minimizou a experiência de Virginia, classificando-a como uma criança perto dela e alegando que a jovem influenciadora apenas seguiu a receita de marketing de impacto que ela mesma detalhou anos atrás em seu livro autobiográfico, "Morri Para Viver".
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Segundo a análise de Urach, o sucesso de grandes figuras da internet está diretamente atrelado à exploração de temas polêmicos, relacionamentos conturbados e exposição pública de crises.
No caso de Virginia, a vida pessoal da empresária tem sido alvo constante de especulações e notícias recentes na imprensa, que incluem rumores sobre o fim de seu casamento com o cantor Zé Felipe, sua participação comentada no desfile da escola de samba Grande Rio e os boatos envolvendo seu relacionamento com o jogador de futebol Vini Jr.
Para Urach, esses episódios controversos funcionam como ferramentas de atração de público que ela própria já utilizava no início de sua carreira para gerar engajamento espontâneo.
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Paralelamente às polêmicas do meio digital, Andressa Urach também aproveitou o espaço para dar detalhes sobre seus novos projetos sociais. A influenciadora confirmou o planejamento para a criação de um instituto de apoio voltado a profissionais do sexo, que levará o seu próprio nome.
A iniciativa tem como objetivo central oferecer acolhimento psicológico, orientações e suporte contínuo para mulheres que atuam na área. De acordo com a modelo, a proposta nasceu de suas vivências pessoais e da percepção sobre a invisibilidade e o preconceito sofridos por essas trabalhadoras, ressaltando que o projeto não visa incentivar a atividade, mas assegurar dignidade, informação qualificada e cuidados com a saúde emocional das assistidas.