Governo quer padronizar a cobrança da taxa do lixo
O governador em exercício Nelson Justus encaminha nesta terça-feira (7) à Assembleia Legislativa do Paraná mensagem para que todos os municípios possam cobrar a taxa de recolhimento de lixo na conta de água da Sanepar. “É uma maneira de facilitar a vida das prefeituras, que não dispõem, muitas vezes, de estrutura para fazer esta cobrança”. O anúncio foi feito na Escola de Governo, desta terça-feira (7).
Segundo Justus, o futuro presidente da empresa, Fernando Ghignone, foi consultado e disse estar de acordo com a medida. Ele relatou que muitos prefeitos o procuraram e expuseram esta necessidade. “É mais um apoio aos pequenos e médios municípios do Paraná”, avaliou. Hoje, a legislação permite que apenas os municípios com menos de 50 mil habitantes efetuem a cobrança por meio da conta de água.
O governador em exercício destacou que, no final da gestão Orlando Pessuti, tem-se balanço positivo, principalmente, quando se fala em pequenos municípios.
Durante a Escola de Governo foram assinadas mais 42 autorizações para que os municípios dêem andamento ao Programa de Recuperação Asfáltica de Pavimento (Recap). “Era um compromisso de governo e que está sendo cumprido agora”, afirmou Nelson Justus.
INTERCÂMBIO – A proposta da Escola de Governo, que ocorre todas as terças-feiras, é trabalhar com transparências as decisões da gestão estadual, permitir intercâmbio de informação entre as secretarias e autarquias e ainda mostrar à população dados sobre o governo do Paraná. Na avaliação de Nelson Justus, a reunião deve ter continuidade no próximo governo.
Ele mencionou as ocasiões em que participou do governo e percebeu que, muitas vezes, é difícil levar as demandas especificadas das secretarias ao governador. “Este encontro faz com que as demandas sejam encaminhadas minimizando a burocracia existente no setor público”, ressaltou Justus.
O Detran e a Secretaria Estadual de Trabalho, Emprego e Promoção Social fizeram balanço das ações realizadas nos últimos seis anos. Justus afirmou que o final de ano é característico de balanços e é decisivo para se identificar avanços e retrocessos. Ele disse ainda que é uma alternativa para os cidadãos conhecerem qual é o legado que ficará para o próximo governo.
Sobre as ações que devem ser encaminhadas nesta semana que está à frente do governo do Paraná, Justus afirmou que não fará nada sem o conhecimento de Pessuti. “Vou dar prosseguimento ao que estava programado”, afirmou.
