Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Região
publicidade
REGIÃO

Agência é nova pista no sumiço de menor em Apucarana

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Agência é nova pista no sumiço de menor em Apucarana
Autor Após quatro meses sem pistas concretas do desaparecimento da adolescente Emily Marques Gaspar, 14 anos, a Polícia Civil de Apucarana direciona a investigação para Londrina - Foto: Arquivo da família

Após quatro meses sem pistas concretas do desaparecimento da adolescente Emily Marques Gaspar, 14 anos, a Polícia Civil de Apucarana direciona a investigação para Londrina. A quebra do sigilo telefônico e da internet da menor não resultou em pista alguma sobre seu paradeiro.


Ontem completaram 120 dias desde que a adolescente sumiu ao retornar para casa depois de participar de uma missa noturna na paróquia Cristo Rei, no jardim Diamantina. Emily mora a quatro quadras da igreja. A polícia trabalha com a suspeita de rapto. A família não teve nenhum contato dela.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.


A atuação da polícia agora é tentar descobrir se o desaparecimento tem ligação com uma suposta agência de caça talentos de Londrina que entrou em contato com adolescentes em Apucarana entre os meses de fevereiro e junho. Contudo, a agência não teria cumprido as promessas de agenciamento e sorteio de prêmios às menores que tiveram que vender rifas para serem avaliadas.
Emily Marques participou da seleção e fez testes para dançarina. “Ela dança muito bem. Isto é o que queria ser”, conta a mãe Adriana Marques.


Morena e alta, segundo a mãe, ela chamava a atenção das pessoas pelo porte físico. “Este trabalho fora de Apucarana fica mais complicado. Contudo há indícios de que ela tenha sido levada para Londrina onde concentramos o trabalho” resume o delegado Ricardo Casanova. A mãe, Adriana Marques, suspeita que a jovem esteja em poder de alguém sendo obrigada a prática da prostituição. “Já é o que eu penso e que pode até não estar no País. Ela foi forçada, ou enganada a ir com alguém”, diz a mãe

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Região

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV