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Instalação de sistemas de energia solar cresce 133% na região

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Instalação de sistemas de energia solar cresce 133% na região
Autor Foto: Reprodução

A crise energética brasileira, que estourou em 2015 e fez disparar a conta de luz nos últimos anos, iniciou ao mesmo tempo uma mudança expressiva entre os consumidores, que passaram a buscar fontes alternativas de energia. Na região, segundo um levantamento feito pela Tribuna do Norte junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o número de unidades produtoras de energia elétrica mais que dobrou em pouco de um ano. Em 2015, na região, tinha apenas uma unidade homologada na Aneel. No ano seguinte, o número subiu para 14. E, neste ano, já são 20 unidades, o que representa um aumento de 133%.

Atualmente são 35 unidades produtoras em atividade na região, sendo 13 em Apucarana, 5 em Arapongas, 11 em Ivaiporã e 2 em Jandaia do Sul. Faxinal, São João do Ivaí, Marilândia e Kaloré têm uma unidade cada. Juntas, elas geram 250 kW. Das 35 unidades, 65% estão instaladas em residências, correspondendo a 23 unidades. As outras 12 estão instaladas em estabelecimentos comerciais ou industriais. Ontem, uma nova unidade produtora foi concluída no Lar Sagrada Família, de Apucarana,. O projeto foi financiado por empresários da cidade. A partir de agora, somente com o reforço que será injetado no sistema elétrico pela energia solar, a conta de luz deverá ser reduzida pela metade. No último mês, instituição pagou R$ 1.411,00.

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 “A instalação do sistema foi muito simples e rápida. Em menos de uma semana, todo o sistema foi instalado e já está funcionando”, afirma o presidente da instituição, Maurício de Paula. 

Maurício observa que o projeto vai além do aspecto financeiro. “O outro lado da instalação é a redução do dano ecológico, porque é uma energia limpa. Com o início do funcionamento também vai ficar fácil trabalhar a conscientização ecológica  das crianças e também dos funcionários, que passaram a observar essa mudança”, diz. 

O engenheiro eletricista Danilo Franco, que foi um dos idealizadores do projeto do Lar Sagrada Família, explica que a instalação geralmente tende a ser rápida e prática. “Tudo é feito sem grandes transtornos, utilizando a própria estrutura da edificação. 

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O sistema é agregado à estrutura que já existe”, observa.No Lar foram instaladas 18 placas fotovoltaicas, que têm uma vida útil de cerca de 25 anos. O também engenheiro eletricista Vinícius Miranda argumenta ainda que, com o início do funcionamento do sistema, a cobrança tarifária será alterada de categoria. “A cobrança do kw horas vai subindo de acordo com o consumo. Com a geração própria, a essa cobrança vai mudar de nível é reduzida”, assinala.

 O economista Marcel Kirara, que também faz parte da equipe idealizadora do projeto do Lar, comenta que o preço de custo do projeto foi de R$ 20 mil, observando que, além da instalação do sistema, foram feitas ações para melhorar a eficiência energético do Lar. 

Sistema tem vida útil de 25 anosOs engenheiros eletricistas Danilo Franco e Vinícius Miranda e o economista Marcel Kirara, que trabalham na área há alguns anos, observam que os sistemas atuais de energia solar têm durabilidade de 25 anos. “Já o retorno do investimento geralmente ocorre entre quatro e seis anos, dependo do projeto”, explica Franco. Os profissionais acreditam que a procura pelo sistema tem aumentado não só pela conscientização ambiental, mas principalmente pela tarifação cada vez maior na conta de luz. 

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“E neste ano, nós fizemos o dobro de instalações”, revela Miranda.Dos projetos executados pela equipe, de acordo com Kirara, 80% são residenciais. “Temos procura tanto de proprietários que vão construir, quanto de pessoas que já estão com a casa pronta. Nos dois modelos, a instalação é viável”, diz. 

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