TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Região

publicidade
REGIÃO

Com 367 votos a favor, Câmara aprova impeachment de Dilma Roussef

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Com 367 votos a favor, Câmara aprova impeachment de Dilma Roussef
Autor Rodrigo Maia e Rogério Rosso irão ao 2º turno pela presidência da Câmara IMAGEM ILUSTRATIVA ARQUIVO - Foto: Antonio Augusto/ Câmara dos Deputados - Foto: Reprodução

 FOLHAPRESS BRASÍLI - A A Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem (18) a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT). O placar final foi de 367 votos a favor, 137 contra e 7 abstenções. O 342º voto em favor do impedimento, atingindo a barreira de 2/3 da Casa necessários para a aprovação, foi dado pelo deputado Bruno Araújo (PSDB-PE). Os debates na Câmara haviam começado às 8h55 de sexta.

A presidente, atingida pela queda de popularidade em razão da crise econômica e das investigações da Lava Jato, ainda não será afastada do cargo, no entanto. Para que isso ocorra, a decisão dos deputados tem de ser referendada pelo Senado por maioria simples, o que deve ocorrer no início de maio.  Com isso, Dilma se une a Fernando Collor (PTC) no rol de mandatários que tiveram o impeachment aberto pela Casa após a redemocratização do Brasil - o hoje senador alagoano acabou renunciando antes do julgamento que lhe cassou direitos políticos.

Em 1999, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) escapou da abertura após vencer recurso em plenário contra o arquivamento de pedido do PT. A partir da publicação do resultado, o Senado terá dois dias para receber a comunicação da abertura e formar uma comissão especial para analisar a admissibilidade do caso. Hoje a tendência é de que os senadores também aprovem a abertura do processo - o placar da Folha de S.Paulo aponta ao menos 47 votos favoráveis, de 41 necessários.

Se isso ocorrer, Dilma será afastada por até 180 dias e julgada pelo plenário da Casa, em rito comandado pelo ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal. Assumirá então a Presidência, durante o julgamento, o vice Michel Temer (PMDB).

TEMER
Rompido publicamente com Dilma desde dezembro e acusado pela ex-companheira de chapa de ser golpista e conspirador, Temer passou as últimas semanas angariando apoio para o impedimento e articulando a viabilidade política de seu governo. Já Dilma e seu mentor político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, passaram os últimos dias em um verdadeiro cabo de guerra para tentar esvaziar a vantagem do voto pró-impeachment.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Região

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV