TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Região

publicidade
REGIÃO

Vítimas de chacina são veladas na Câmara de Marilândia em clima de comoção

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Vítimas de chacina são veladas na Câmara de Marilândia em clima de comoção
Autor Grande número de moradores acompanharam sepultamento neste sábado (Foto: José Luiz Mendes) - Foto: Reprodução

As quatro vítimas da chacina que abalou Marilândia do Sul são veladas neste sábado (08) na Câmara Municipal. O velório está sendo realizado no Legislativo a pedido da comunidade do Distrito de São José, onde ocorreu a tragédia, e de familiares. O sepultamento está marcado para as 10 horas no Cemitério Municipal. Antes, às 9 horas, haverá uma missa na Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores. 

O clima é de muita comoção entre os moradores da cidade. "Foi uma tragédia que chocou toda a população. A família era bem conhecida em Marilândia e todos estão tristes. É como se o luto estivesse na casa de cada morador", assinalou o prefeito Pedro Sérgio Mileski (PV). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O CRIME 

O crime bárbaro foi descoberto às 12 horas desta sexta-feira (07). Quatro pessoas da mesma família foram assassinadas por um menor de 16 anos de idade no Sítio Santo Antônio, no Distrito de São José. 

O adolescente matou os avós Antônio Geraldo da Silva, de 52 anos, e Maria Helena da Silva, de 56 anos, e dois primos: Jonathan Conerado, de 11 anos, e Jhemily Conerado, de 8 anos. Segundo a polícia, o autor utilizou um machado, um martelo e um taco de beisebol para matar os familiares. O crime teria ocorrido na quinta-feira à noite (06), mas os corpos foram encontrados às 12 horas desta sexta-feira. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com a polícia, após cometer o crime, o adolescente saiu com o carro do avô, um Chevrolet Agile. Populares relataram à PM que ele teria passado em um bar e contado que havia assassinado toda sua família, contudo, as pessoas não acreditaram. O veículo foi abandonado próximo a um lixão. Pela manhã, o adolescente foi para a escola normalmente e levou na mochila a arma do avô - um revólver calibre 32. Após a aula seguiu para um ponto de ônibus, onde foi apreendido pela PM e confessou o crime. 

Após matar a família, ele escreveu a palavra "ódio" com sangue na parede da cozinha da casa, onde ele também vivia. Os pais dele moram em outras cidades - a mãe em Curitiba e o pai no Rio Grande do Sul. 

Há um mês ele já teria tentado jogar veneno no poço que abastece o distrito. Segundo familiares, o garoto tomava remédios controlados e era muito violento. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Região

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV