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Famílias continuam acampadas em terreno da prefeitura de Lunardelli

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Cerca de 60 famílias sem-teto continuam acampadas em um terreno de dois alqueires da Prefeitura de Lunardelli. Segundo a coordenação da ocupação, os mobilizados são boias-frias e diaristas que não tem condições financeiras para pagar aluguel. Algumas famílias alegam estarem inscritas no programa habitacional do município, mas nunca foram contempladas. A ocupação do terreno ocorreu no final de fevereiro. 

Segundo o trabalhador rural diarista, Rodolfo da Costa da Silva, que está entre os acampados, até o momento não foi apresentado nenhuma solução pela prefeitura para os acampados. “Eles dizem que no próximo dia 7 vão fazer a inscrição das famílias no programa da prefeitura. Sou casado, tenho quatro filhos faz sete anos que venho fazendo inscrição e nunca fui beneficiado. Hoje não pago aluguel porque montei o barraco aqui e não arredo pé”.

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Silva também reclama da ausência do prefeito Hilário Vanjura que não apareceu no acampamento para discutir um acordo. “A única coisa que recebemos da prefeitura até agora foi um almocinho há uns dois domingos atrás para adoçar a boca do povo. Mas, até agora o prefeito não apareceu”, destaca Silva.

Nilson Lemes da Silva, um dos coordenadores do movimento que também é diarista diz que os mobilizados são pessoas que moram de aluguel e reivindicam o direito de um terreno em nome próprio. “Ninguém aqui aguenta mais pagar aluguel, a renda da maioria não chega a um salário mínimo, enquanto o aluguel está em torno de R$ 300. O povo quer que a prefeitura faça o loteamento do terreno, instale a água e a luz e doe para os que não têm casa. Com a ajuda da prefeitura faríamos às casas em mutirão”.

Segundo Nilson Lemes, os mobilizados não pretendem sair do terreno, enquanto a prefeitura não apresentar um documento de doação dos lotes ou apresente o projeto aprovado para a construção das moradias.

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Outro lado

A reportagem da Tribuna do Norte esteve anteontem na Prefeitura de Lunardelli, porém não conseguiu conversar com o prefeito Hilário Vanjura. 

No entanto, a responsável pelo programa habitacional do município, Leide Patrícia de Oliveira recebeu a reportagem e disse que a administração municipal vinha desde o ano passado desenvolvendo projetos para a construção de casas para as famílias de baixa renda (FAR), porém com a crise econômica o governo colocou o pé no freio nas contratações. “O projeto estava pronto e sendo enviado para Caixa Econômica. O FAR está parado e  não libera mais recursos, porém estamos tentando outro programa”, disse Leide.

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Ela comenta ainda que uma das possibilidades para a captação dos recursos será através do programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades. “Inclusive, nós estamos fazendo uma parceria com a CAMI de Ivaiporã que é a única entidade habilitada aqui na região para a construção das moradias”, completa Leide.

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