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Polícia controla princípio de rebelião em cadeia de Ivaiporã

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Polícia controla princípio de rebelião em cadeia de Ivaiporã
Autor A polícia controlou ontem (26), um princípio de rebelião na cadeia da 54ª Delegacia Regional de Polícia (54ª DRP) de Ivaiporã - Foto: Ivan Maldonado - Foto: Reprodução

A polícia controlou ontem (26), um princípio de rebelião na cadeia da 54ª Delegacia Regional de Polícia (54ª DRP) de Ivaiporã. Os presos estavam agitados, batiam nas paredes e grades da carceragem. Na ação para controlar o animo, dois detentos ficaram feridos sem gravidade, atingidos por munição não letal antimotim (bala de borracha).

Grande contingente policial foi para a 54ª DRP
Foto: Ivan Maldonado

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Um pedido para atendimento médico a um dos detentos teria motivado a confusão. Os dois feridos e o suposto doente foram conduzidos pela Polícia Militar (PM) ao Hospital Municipal de Ivaiporã e após atendimento retornaram à carceragem. De acordo com informações do delegado da 54ª DRP, Gustavo Dante, o inicio do motim teve início às 22 horas e foi encerrado por volta das 0h30 de ontem (27), após Dante dialogar com os detentos.  

Policiais durante conversação com
rebelados - Foto: Ivan Maldonado



“Havia um preso simulando atendimento médico. Foi acionado o plantão que não atendeu devido à simulação, motivo pelo qual os internos começaram a bater grade e quebrar alguns objetos no interior da carceragem”.  De acordo com o delegado, o suposto doente havia sido conduzido ao hospital meia hora antes do início do tumulto.  “Porém verificou-se que não havia nada de grave com o preso”, diz Dante.

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Dois detentos ficaram feridos sem gravidade, 
atingidos por munição não letal antimotim (bala de borracha)
Foto: Ivan Maldonado


SIMULAÇÃO - O delegado não descarta a possibilidade do início de rebelião ter sido uma simulação para tentativa de fuga, ou até mesmo uma invasão do seguro. O seguro é o local onde ficam os detidos que tem crimes como estupro e pedofilia, dentre outros. “Todos os presos que molestam outras pessoas que por ventura não podem se defender do ataque são odiados na cadeia”, explica Dante.

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