Volume de ações pede segunda Vara do Trabalho
A Vara do Trabalho, em Apucarana, passou nesta semana por uma correição ordinária. De acordo com o corregedor regional que visitou a unidade, desembargador Arnor Lima Neto, embora não tenha sido identificada nenhuma irregularidade, a criação de mais uma vara voltada à área trabalhista seria uma alternativa para garantir mais agilidade aos trâmites processuais no município. Hoje, existem cerca de 2 mil ações em andamento.
“Tratei sobre este assunto com a subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Existe um volume significativo de processos e é possível sugestionar algo neste sentido, ainda que a atuação dos dois juízes da vara atual esteja de acordo”, diz.
O desembargador avalia ainda que outra estratégia que poderia contribuir para resolução dos processos trabalhistas é a conciliação.
“A média de duração das ações é de seis meses. Mas, pode-se resolver um caso em um tempo ainda mais razoável se houver acordo. Isso também faz parte do clamor do Conselho Nacional de Justiça”.
Para Lima Neto, mesmo com demandas processuais elevadas, o Paraná é um Estado bem servido pela Justiça do Trabalho. “As varas estão bem instaladas e há juízes fixos e auxiliares em todas as unidade do Estado”, define.
Durante o trabalhado do corregedor em Apucarana foi verificado o andamento dos serviços, cumprimento de prazos processuais, cartas precatórias e adequação dos procedimentos em curso na vara instalada no município. A iniciativa já estava prevista na programação anual da Justiça do Trabalho.
