'Minha Casa Melhor' libera quase R$ 4 mi na região
Menos de três meses após o lançamento do programa "Minha Casa Melhor", lojas de móveis e eletrodomésticos já estão faturando com os recursos destinados para as famílias que também foram beneficiadas com “Minha Casa, Minha Vida”. Apenas em Apucarana e Arapongas, as 35 lojas cadastradas na Caixa Econômica Federal (CEF) conseguiram negociar cerca de R$ 4 milhões até agora. Conforme números divulgados pela instituição, 786 famílias conseguiram crédito no período. Em todo o País, o movimento nas vendas do setor soma R$ 1 bilhão em crédito, beneficiando mais de 220 mil famílias.

Durante o programa “Café com a Presidente”, ontem, Dilma Rousseff informou que para "melhorar" ainda mais a oferta, a lista de móveis e eletrodomésticos que podem ser comprados com o cartão do programa pode aumentar com a inclusão de novos produtos. O programa foi lançado no dia 12 de junho e é direcionado paras as pessoas cadastradas no programa "Minha Casa, Minha Vida", com o objetivo de ajudar a deixar a casa nova adquirida ainda "mais bonita e confortável", segundo a presidente.
"’O Minha Casa Melhor’ está realizando o sonho das pessoas de ter uma casa arrumada para as famílias que já realizaram o maior sonho de todos, que é ter a casa própria", disse Dilma. "Cada família do 'Minha Casa Minha Vida' tem direto a um cartão com R$ 5 mil de crédito para comprar os móveis e eletrodomésticos. Mas é bom ficar claro que ninguém precisa gastar tudo de uma vez só, pode comprar aos poucos, pensar bem", acrescentou a presidente.
Além do “Minha Casa Melhor”, que permite a compra de lavadora de roupa automática, fogão, geladeira, TV digital, computador, mesa, cadeiras e sofá, além de guarda-roupa e cama de casal e de solteiro, com colchão ou não, as famílias ainda contam com o Móveis Card, que liberou R$ 440 mil dos R$ quase R$ 4 milhões em Apucarana e Arapongas.
Rosa Delorto, proprietária de uma loja de móveis de Arapongas, admite que já tem lucrado com programa “Minha Casa Melhor”, mas que poderia vender mais se a emissão dos cartões acompanhasse a demanda dos mutuários. “A procura é grande, mas há demora na liberação dos cartões. A tendência é que as vendas aumentem ainda mais neste final de ano”, completa.
Arte: Will Leite
