Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

TSE manda partido de Bolsonaro explicar custeio de relatório contra as urnas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Benedito Gonçalves, determinou prazo de três dias para que o Partido Liberal (PL), sigla pela qual o presidente Jair Bolsonaro concorre à reeleição, apresente a fonte dos recursos do relatório que levantou suspeitas, sem provas, sobre a segurança das urnas eletrônicas. O ministro pede que a legenda detalhe a origem do dinheiro, que foi classificado apenas como oriundo de conta classificada como o codinome "outros recursos".

Às vésperas do primeiro turno da eleição deste ano, o PL divulgou um documento contendo diversos ataques à Justiça Eleitoral. A sigla presidida por Valdemar Costa Neto alegou, sem que fosse apresentado algum indicio, que servidores do TSE poderiam fraudar as urnas eletrônicas. O partido repetiu as acusações feitas por Bolsonaro contra o sistema eletrônico de votação. O documento foi publicado sem a assinatura de filiados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Somente um grupo restrito de servidores e colaboradores do TSE controla todo o código fonte dos programas da urna eletrônica e dos sistemas eleitorais. Sem qualquer controle externo, isto cria, nas mãos de alguns técnicos, um poder absoluto de manipular resultados da eleição, sem deixar qualquer rastro", disse o PL.

No mesmo dia, o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, determinou que integrantes do PL fosse investigados por produzirem um relatório com informações "falsas e mentirosas" sobre a segurança das urnas eletrônicas. O ministro ainda encaminhou o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ser incluído no inquérito das fake news, do qual é relator. Segundo Moraes, o documento não possui "amparo na realidade, reunindo informações fraudulentas e atentatórias ao Estado Democrático de Direito e ao Poder Judiciário, em especial à Justiça Eleitoral, em clara tentativa de embaraçar e tumultuar o curso natural do processo eleitoral".

O PL chegou a enviar ao TSE os recebidos do contrato da empresa Instituo Voto Legal (IVL), que embasou o relatório, mas não detalhou se a receita é oriunda de recurso público ou de arrecadação por doações. O partido também não explicou se o pagamento foi feito ao IVL ou ao dono Carlos Moretzsohn. Benedito pediu que todas essas informações sejam encaminhadas à Corte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV