Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

TRE do Rio mira milícia e tráfico em novo órgão para proteger eleições

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) aprovou na última quinta-feira, 28, a criação de um Gabinete Extraordinário de Segurança Institucional (Gaesi). O novo órgão terá, entre seus alvos, as milícias e quadrilhas de traficantes que dominam territórios no Estado. O Gaesi vai cuidar de ações como o reforço policial nas áreas mais ameaçadas pelo crime organizado, onde criminosos muitas vezes tentam influir no voto, e a proteção dos eleitores e candidatos.

Para o presidente do TRE-RJ, desembargador Elton Leme, o novo gabinete ajudará a garantir a normalidade das eleições.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Queremos impedir e desmotivar qualquer tipo de ação que possa atrapalhar o processo eleitoral", disse o desembargador ao Estadão.

O Gaesi terá a participação do Exército, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, das polícias Civil, Militar e Penal do Rio de Janeiro. Terá ainda representantes da Procuradoria Regional Eleitoral, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região e do Ministério Público do Estado.

Em 2018, o Rio de Janeiro passou por uma situação semelhante quando o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB) decretou uma intervenção federal na segurança pública do Estado. Naquele período, as eleições contaram com a presença das Forças Armadas sob o comando do interventor, general Braga Netto, que neste ano disputa a vice-presidência na chapa do presidente Jair Bolsonaro. Desta vez, entretanto, a iniciativa que partiu do Tribunal contará com uma coalizão de forças de segurança pública mais ampla.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além de encontros periódicos, o Gaesi poderá ter reuniões emergenciais quando necessário. Já a partir de 1º de outubro, dia que antecede a votação do primeiro turno, o gabinete ficará reunido em caráter permanente até a data posterior da eleição. Em caso de segundo turno, o Gaesi será prorrogado.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV