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TRE-DF forma maioria para rejeitar candidatura de José Roberto Arruda

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O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) formou maioria nesta quinta-feira, 3, para rejeitar a candidatura do ex-governador José Roberto Arruda (PSD) ao governo da capital. O julgamento ainda não está encerrado e Arruda pode recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar se manter no pleito.

O relator, desembargador Guilherme Pupe, considerou que Arruda está inelegível até 2030 em razão das condenações por improbidade administrativa e da imposição da Lei da Ficha Limpa. Acompanharam Pupe os desembargadores André Puppin, Leonor Aguena e Asiel Henrique. Resta ainda o voto de João Egmont.

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Em nota enviada ao Broadcast Político (Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), Arruda afirmou que vai recorrer da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O candidato do PSD defende que, por conta das mudanças feitas na Lei da Ficha Limpa no ano passado, a sua inelegibilidade acabou em junho deste ano.

"Recebo com serenidade a decisão do TRE, mas vejo que ela não está de acordo com o que diz a Lei Complementar 219/25. Por isso, vou recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral. Tenho confiança na Justiça e sei que ela vai fazer valer o que diz a legislação, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente da República, que me deixa elegível", disse Arruda.

Governador entre 2007 e 2010, Arruda foi considerado inelegível por conta do escândalo envolvendo a Operação Caixa de Pandora, também conhecido como "Mensalão do DEM". Arruda foi condenado em três julgamentos por desvio de recursos públicos e superfaturamento de contratos de informática.

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