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Temer diz que Gilmar não deveria ter respondido a Zema: 'Mais argumentos dá para contestação'

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O ex-presidente da República Michel Temer afirmou nesta segunda-feira, 27, que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes não deveria ter respondido às críticas feitas pelo ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo). Segundo Temer, o bate-boca entre os dois é um sinal de que a polarização atingiu a Suprema Corte brasileira.

O ex-presidente falou à imprensa antes do Fórum Paulista de Desenvolvimento, em Itu (SP). "Eu acho que o ministro Gilmar não deveria ter respondido, porque quanto mais ele responde, evidentemente mais argumentos ele dá para a contestação", disse.

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Pré-candidato à Presidência, Zema tem publicado uma série de postagens com críticas ao STF nas redes sociais. Ele chama os ministros de "intocáveis" e afirma tratar-se de uma "casta que está vivendo no luxo enquanto o brasileiro está vivendo no lixo".

O embate ganhou força depois que Gilmar Mendes pediu a Alexandre de Moraes a inclusão de Zema no inquérito das fake news por compartilhamento de vídeo com sátira aos ministros da Corte. A peça abordava as relações de ministros do STF com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

O ex-governador de Minas Gerais reforçou as alfinetadas virtuais e Gilmar Mendes usou entrevistas à imprensa para responder e contrapor críticas, como a duração do inquérito das fake news.

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Ao comentar acusações de ativismo judicial direcionadas ao STF, o ex-presidente Michel Temer disse considerar que "o Supremo não tem tanta culpa assim".

Segundo ele, o próprio desenho da Constituição de 1988 leva à judicialização de temas políticos. "A Constituinte tratou de todos os temas, e todos os temas, em razão disso, são levados ao Supremo Tribunal Federal", afirmou.

O ex-presidente também atribuiu a polarização, que ele chama de radicalização, à falta de diálogo. "Não só o diálogo interno nos Poderes, mas até o diálogo entre Poderes", disse.

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