Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Tebet sobre reforma ministerial: É natural, ministérios não são de uma mulher ou de um homem

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, defendeu que eventuais trocas de ministros feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva não levam em conta a questão de gênero e disse que o petista tem compromisso com a representatividade feminina no governo.

"Qualquer alteração que porventura (o presidente) venha a fazer, não é ministério de uma mulher ou um homem", disse Tebet, que avaliou as trocas como "naturais" para que o governo atinja maioria no Congresso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"O governo Lula, desde o início, foi de frente ampla. Precisamos de maioria no Congresso Nacional. É natural que partidos que querem participar do governo peçam espaços", avaliou, em entrevista a jornalistas nesta manhã. A ministra participa da última plenária do Plano Plurianual Participativo (PPA), em São Paulo.

Como mostrou o Broadcast Político, partidos do Centrão querem o comando de ministérios para ingressar de vez na base aliada. O ataque especulativo acontece, sobretudo, contra pastas chefiadas por mulheres, como a da Saúde, liderada por Nísia Trindade, e dos Esportes, sob a batuta de Ana Moser.

Ontem, o Palácio do Planalto anunciou a troca de Daniela Carneiro (União Brasil-RJ) por Celso Sabino (União Brasil-PA) no ministério do Turismo. As possíveis mudanças para atender a interesses do Centrão geram questionamentos sobre o compromisso de Lula com a representatividade feminina.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Tebet, no entanto, medidas do presidente mostram compromisso do governo com a pauta. Ela citou o projeto que determina paridade para homens e mulheres no pagamento de salários e o fato de o governo ter a maior quantidade de mulheres ministras na história.

"Mulheres continuarão ou irão para outros ministérios e espaços relevantes, mantendo representatividade", reforçou a ministra.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV