Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

STF tem maioria para tornar Magno Malta réu por calúnia a Barroso

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para tornar o ex-senador e pastor bolsonarista Magno Malta (PL-ES) réu por calúnia contra o ministro Luís Roberto Barroso.

O Supremo julga o caso no plenário virtual, plataforma que permite a inclusão dos votos no sistema online sem necessidade de reunião do colegiado. A votação termina hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O caso foi levado ao STF pelo próprio Barroso. O ministro entrou com uma queixa-crime depois de ter sido acusado de violência doméstica pelo pastor.

"Ele tem dois processos no STJ, na Lei Maria da Penha, de espancamento de mulher. Além de tudo, Barroso batia em mulher. Eu só falo o que eu posso provar. Esse cidadão, posudo, que dá palestra no exterior de como se pode tirar um presidente da República do poder", disse o ex-senador em palestra transmitida ao vivo pelas redes sociais no congresso conservador CPAC Brasil, em junho.

Até o momento, o próprio Barroso e os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Rosa Weber votaram para receber a queixa-crime.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Moraes, que é relator do processo e abriu os votos na semana passada, Magno Malta teve "vontade livre e consciente de imputar falsamente" um crime a Barroso. O ministro também argumentou que a liberdade de expressão não permite a "destruição da democracia, das instituições e da dignidade e honra alheias".

Só o ministro André Mendonça divergiu. Ele disse que o STF não deveria julgar o caso e sugeriu a transferência para a Justiça Federal de São Paulo.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) chegou a sugerir uma audiência de conciliação, mas Barroso não quis participar . O órgão defendeu que, se não houvesse acordo, o ex-senador deveria ser processado pelo crime de calúnia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A defesa de Magno Malta diz que o caso já está prescrito porque seria "mera reiteração" de uma posição externada pelo então parlamentar no plenário do Senado em 2013. Os advogados também negaram a intenção de caluniar, difamar ou injuriar o ministro. "Narrar a existência de processo criminal, ainda que mediante a verve enfática e com tom apaixonado, não caracteriza qualquer tipo penal" , afirmam.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV