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Rui Costa cobra de Flávio explicações sobre corte de R$ 250 bi em seu plano de ajuste fiscal

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O senador eleito pela Bahia e ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT) cobrou nesta sexta-feira, 9, que o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) explique, neste segundo turno, quais despesas seriam atingidas por um ajuste fiscal de R$ 250 bilhões estudado por sua equipe econômica.

"Eu gostaria muito que ele pudesse dizer ao povo, antes da eleição, onde ele vai fazer o corte. O povo precisa saber, e ele tem que ser honesto pelo menos nessa hora de dizer onde ele vai cortar", afirmou em entrevista à Rádio Metrópole, em Salvador.

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Costa questionou se o ajuste atingiria o Farmácia Popular, o financiamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o Bolsa Família ou o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Segundo o petista, buscando a vitória no 2º turno, a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cobrará essas explicações e comparará as propostas dos candidatos para que os eleitores saibam o que cada um defende.

Atuação no 2º turno

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O ex-ministro de Lula disse que voltará a Brasília ainda nesta sexta-feira e alternará sua atuação na capital federal e na Bahia até a votação de 25 de outubro. "Vou ficar alguns dias lá e vou ficar indo e voltando até o dia 25 para poder ajudar lá e tentar ajudar um pouco aqui para a gente garantir essa votação", declarou o senador eleito, que passa a integrar o reforço da coordenação da campanha de Lula no segundo turno.

Na Bahia, Rui Costa estabeleceu como meta levar o presidente a 75% dos votos válidos no segundo turno e defendeu um mutirão para estimular o comparecimento às urnas. No primeiro turno, o presidente recebeu 66,17% dos votos válidos no Estado. "A Bahia e os baianos serão decisivos nisso", afirmou.

Ao destacar a segurança como uma das principais pautas dos eleitores, Rui Costa atacou Flávio ao comentar suas relações com o ex-policial Adriano da Nóbrega, lembrando que Adriano morreu em uma operação policial na Bahia em 2020, durante sua gestão como governador.

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"Infelizmente, o que tem de mais podre na política brasileira está no Rio de Janeiro. Nos últimos anos, todos os ex-governadores foram presos. Ao escolher o Flávio, tem que saber que está pegando a podridão da política do Rio e colocando no todo do poder do País", disse.

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