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Rodrigues: processo para apurar interferência externa merece cuidado para evitar extremos

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O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou neste domingo, 4, que o processo que apura possível interferência externa nas eleições brasileiras está em análise e merece cuidado e escrutínio para evitar alarde ou desprezo de dados relevantes.

"O processo está em tramitação e análise na Diretoria de Inteligência Policial (DIP). Passou, como habitualmente, pela Corregedoria Geral e agora está em análise na DIP", disse Rodrigues em entrevista coletiva no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN).

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"Assuntos como esse merecem o cuidado, o escrutínio, a pesquisa correta para que nós não tenhamos nenhum alarde antes e também para não termos a possibilidade de desprezar algum dado relevante", completou Rodrigues.

O diretor afirmou ainda que não tem conhecimento de que o serviço diplomático americano tenha entrado em contato com a inteligência da força de segurança em relação ao processo de possível interferência externa, mas que havia entrado em contato para alertar acerca do fechamento de embaixadas no país, alegando risco de segurança.

Apreensões

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Andrei Rodrigues, anunciou que, até por volta das 14h40 deste domingo, a instituição havia realizado apreensões de bens na ordem R$ 789 mil, sendo R$ 383 mil relativos a dinheiro em espécie. Segundo o diretor da PF, as ocorrências foram localizadas nos Estados de Roraima e Piauí.

Rodrigues, em coletiva no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), também afirmou que forças de segurança estão integradas e que processo eleitoral corre em absoluta normalidade. "Números são muito pequenos, muito irrisórios", disse Rodrigues.

A força de segurança mobilizou mais de 300 mil homens para essas eleições com o objetivo de assegurar o processo eleitoral e garantir o livre trânsito e direito ao voto dos eleitores, segundo Andrei.

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