Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Procuradoria do Rio cria comissão para combater o racismo estrutural

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ) criou a Comissão Especial para o Combate ao Racismo Estrutural e Institucional (Cecrei). O objetivo do projeto é conscientizar todos os agentes que trabalham, prestam serviços ou se relacionam com as atribuições de representação judicial e consultoria no Estado. A sua atuação se dará dentro do prazo de um ano e será focada no órgão central e em setoriais do sistema jurídico do Rio.

A Procuradoria já colaborou com outros projetos semelhantes no passado, como o desenvolvimento do sistema de cotas para a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), pioneira na adoção desse tipo de política social. Segundo o órgão, essa é a primeira comissão que se propõe a contribuir com a causa antirracista entre as procuradorias do Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O procurador Augusto Henrique Pereira de Sousa Werneck Martins explica que a comissão segue a tradição da Procuradoria do Estado de adotar medidas afirmativas, em apoio a causas de grupos minorizados. "Resolvemos dar um novo passo, para reconhecer o que foi feito e admitir que mais vale o que será", cita o verso do compositor Fernando Brant. "A vontade de andar na frente certamente explica esse orgulho de poder derrotar o racismo, por fora e por dentro, na conjuntura e na estrutura", conclui.

A comissão é composta por quatro procuradores, incluindo Augusto Werneck, três servidores e três representantes da sociedade civil - Frei David, da ONG Educafro; Luanda Silva de Moraes, primeira reitora negra do Centro Universitário Estadual da Zona Oeste; e André Porfírio, professor e coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros.

A comissão será responsável por realizar estudos, seminários, cursos e dinâmicas de grupo e individuais. A ideia é que ao longo do tempo de execução do projeto sejam propostas (e implementadas) ações concretas, como criar um comitê de diversidade ou adotar novas práticas jurídicas. A PGE-RJ explica, no entanto, que ainda não foram traçadas quais medidas serão adotadas, tudo será desenhado de forma conjunta durante o desenvolvimento das atividades.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV