Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Prefeito de Porto Alegre diz que não vai depor em audiência de impeachment

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O prefeito de Porto Alegre e candidato à reeleição, Nelson Marchezan Jr. (PSDB), afirmou que não comparecerá à reunião da Comissão Processante de Impeachment na Câmara Municipal de Porto Alegre agendada nesta sexta-feira (23) às 9h para ouvi-lo a respeito do processo de afastamento que sofre.

Pelo Twitter, Marchezan afirmou: "na expectativa de um mínimo de razoabilidade da comissão, não prestarei meu depoimento nesta sexta-feira, aguardando que se esgotem as oitivas prévias a que tenho direito". "Reitero que, no momento legal adequado, faço questão de prestar meu depoimento perante a comissão e esclarecer à população de Porto Alegre todo o esquema montado para promover o impeachment e os interesses obscuros envolvidos", afirmou o prefeito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo Marchezan, os vereadores da capital gaúcha cometem "mais um atropelo do devido processo legal, da normalidade e do bom senso" ao decidirem que o prefeito deveria se manifestar antes dos denunciantes. De acordo com o prefeito, os legisladores são movidos por "fins eleitorais e não por justiça" e cometem "mais uma excrescência".

"Além do mais, a Comissão, em conluio com o candidato Fortunati (PTB), o Deputado Dziedrick (PTB) e o ex-diretor do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) e da Câmara de Vereadores Tarso Boelter (PP), cerceiam meu direito de ouvir pelo menos 10 testemunhas", afirmou também Marchezan.

Impeachment

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde agosto, a Câmara de Porto Alegre analisa os gastos da Prefeitura com publicidade em Saúde, quando decidiu pela admissibilidade do processo de impeachment contra Marchezan. Caso a admissibilidade seja aprovada, Marchezan pode ter sua candidatura contestada na Justiça Eleitoral.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV