Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Pré-candidata do Novo à Prefeitura de São Paulo usa camiseta pedindo impeachment de Moraes

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A pré-candidata à Prefeitura de São Paulo Marina Helena (Novo) usou, nesta quarta-feira, 24, uma camiseta pedindo "impeachment de Alexandre de Moraes já". Ela diz, em publicação no Instagram, que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) é suspeito de abuso de poder e "censura", "problemas urgentes do Brasil atual".

A roupa foi usada por Marina para uma entrevista à Rádio Bandeirantes em que declarou que "não se trata de ser contra o STF, mas defendê-lo de ministros que sabotam a reputação da Corte". De acordo com a pré-candidata, a "democracia é não ter medo de pedir o impeachment de autoridades".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Marina defende ainda que "suspeitos de abuso de poder" sejam "devidamente investigados" e que "a liberdade de expressão é a principal liberdade em toda e qualquer democracia". "Ninguém está acima da lei nesse país", declarou a pré-candidata que, de acordo com pesquisa Datafolha de março deste ano, tem 7% das intenções de voto na capital paulista.

Na mesma pesquisa, o deputado federal Guilherme Boulos, pré-candidato do PSOL, apareceu com 30% e o atual prefeito, Ricardo Nunes (MDB), com 29% da preferência do eleitorado. Tabata Amaral (PSB) tem 8% e Kim Kataguiri (União) 4% das intenções de votos.

Já no levantamento Atlas/CNN divulgado nesta quarta-feira, 24, Marina Helena aparece com 3,5% das intenções de voto, contra 35,6% de Boulos, 33,7% de Nunes, 14,17% de Tabata e 9,45 de Kim.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Alexandre de Moraes passou a ser acusado de "censura" por grupos de direita no início deste mês quando o empresário dono do X (antigo Twitter) e da Tesla, Elon Musk, disse que as determinações de suspensão de perfis de investigados por atos antidemocráticos da plataforma ordenadas pelo ministro "violam a lei brasileira".

Além disso, o "Twitter Files Brazil", um conjunto de documentos internos da rede social, alega que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o próprio órgão tentaram "censurar" parlamentares e transformar as políticas de moderação de conteúdo do X em uma arma contra apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

No último dia 17, um relatório apresentado por parlamentares do Partido Republicano dos Estados Unidos, que inclui 88 decisões do STF e do TSE, também acusou a existência de uma "campanha de censura". Para os deputados americanos, o documento expõe "como um governo pode justificar a censura em nome do combate ao chamado discurso de ódio e à subversão da ordem".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como reação às críticas do bilionário, Moraes incluiu Musk como investigado no inquérito das milícias digitais e determinou uma investigação a parte para investigar se o bilionário cometeu obstrução de Justiça "inclusive em organização criminosa e incitação ao crime". Já na última sexta-feira, sem citar nomes o magistrado afirmou que a Justiça Eleitoral brasileira está acostumada "a combater mercantilistas estrangeiros que tratam o Brasil como colônia".

Os embates entre o ministro do STF e o empresário alimentaram o discurso de parlamentares aliados ao ex-presidente de que há "perseguição à direita" e "tirania" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na Câmara, deputados tentam redefinir a "liberdade de expressão" para "ampliar o direito".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV