Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

PF mira Gustavo Gayer por desvio de cota parlamentar e pega R$ 72 mil com assessor

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Polícia Federal (PF) abriu na manhã desta sexta-feira, 25, a Operação Discalculia e vasculha endereços ligados ao deputado Gustavo Gayer e a seus assessores para investigar suposta associação criminosa voltada para desvio de cota parlamentar. Durante as buscas, a Polícia Federal apreendeu R$ 72 mil com um assessor do deputado.

Nas redes sociais, o deputado destacou o fato de a operação ser aberta dois dias antes do segundo turno das eleições, "da qual seu candidato participa em Goiânia". Segundo o parlamentar, as buscas visam "claramente prejudicar seu candidato". "Vieram na minha casa, levaram meu celular, meu HD. Essa democracia relativa está custando caro", bradou, dizendo não saber do que trata a investigação

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A Polícia Federal investiga suposta falsificação de documentos para a criação de uma Organização de Sociedade Civil de Interesse Público. Segundo a corporação, o objetivo do grupo ligado a Gustavo Gayer seria destinar verbas parlamentares para essa organização.

Agentes foram às ruas para cumprir 19 mandados de busca e apreensão em Brasília e nas cidades goianas de Valparaíso de Goiás, Aparecida de Goiânia, Goiânia e Cidade Ocidental. As ordens foram expedidas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

A ofensiva apura supostos crimes de associação criminosa, falsidade ideológica, falsificação de documento particular e peculato-desvio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a PF, o nome da operação faz referência ao "transtorno de aprendizagem relacionado a números", vez que foi identificada falsificação na ata de Assembleia da constituição da Organização de Sociedade Civil de Interesse Público sob suspeita.

A corporação aponta que o documento foi registrado em data retroativa, 2003, implicando em o quadro social, à época, ser formado por crianças de 1 a 9 anos.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV