Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

PF faz operação contra hackers que atacaram o site do TSE

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Polícia Federal (PF) cumpre nesta terça-feira, 24, três mandados de prisão em São Paulo contra hackers que atacaram o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em junho. A ação hacker apenas modificou temporariamente a página da internet, sem qualquer impacto na segurança do sistema eletrônico de votação.

Também são cumpridos cinco mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal no Distrito Federal. Os alvos são as cidades de São Paulo e Araçatuba (SP). A investigação foi aberta a pedido do presidente do TSE, Luis Roberto Barroso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A PF encontrou com um dos investigados presos um total de R$ 22,5 mil em espécie, além de uma arma de fogo ilegal. Documentos e mídia eletrônica de interesse também foram recolhidos para a continuidade das apurações. De acordo com as investigações, o ataque realizado por um grupo de hackers brasileiros ocorreu no dia 1º de junho deste ano. Houve apenas um "defacement", uma desfiguração do site. Esse tipo de ação é menos sofisticado do que o roubo e bloqueio de dados comuns em ataques hackers. À época, o ato não foi divulgado.

A operação foi batizada de Script Kiddie, uma referência a hackers iniciantes que fazem uso de métodos, ferramentas e scripts desenvolvidos por hackers mais experientes. Os investigados responderão por invasão de dispositivo informático e por associação criminosa.

Apesar da pouca efetividade desse ataque, ações de hackers contra o TSE podem alimentar narrativa de aproveitadores para críticas à segurança do voto eletrônico - um assunto sempre levantado pelo presidente Jair Bolsonaro, que ataca o sistema sem apresentar provas de irregularidades. Em novembro passado, um grupo acessou e divulgou dados administrativos antigos da Justiça Eleitoral, o que foi suficiente para a circulação de versões falsas sobre a urna eletrônica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Até hoje, não há nenhuma evidência de que o sistema de votação tenha sido fraudado ou que resultados de eleições tenham sido modificados. As urnas não são conectadas à internet e têm uma série de camadas de proteção para que os processos eleitorais ocorram com lisura.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV