Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Padilha sobre rito das MPs: Governo não vai se meter em tema que é do Congresso

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou nesta quinta-feira, 23, que o governo federal não vai "meter a colher" em um tema que é da duas casas Legislativas, ao se referir sobre o rito de tramitação das medidas provisórias (MPs) no Congresso, tema que virou alvo de disputa entre os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

"Governo não vai meter a colher em um tema que é das duas Casas", garantiu Padilha. De acordo com o ministro, o Executivo tem confiança de que o Congresso tem responsabilidade de garantir o calendário de votação e conclua a aprovação das MPs dentro das datas, entre maio e junho, independentemente do mérito do rito de tramitação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"A posição do governo é a confiança de que o Congresso Nacional vai ser responsável em manter o calendário de votação das medidas provisórias, seja qual for o mérito do rito, para que temas tão importantes (sejam aprovados)", disse Padilha, aos jornalistas.

Divergência

Como mostrou o Estadão/Broadcast, a tramitação das MPs tornou-se ponto de divergência entre Pacheco e Lira. O governo teme que isso possa atrasar a aprovação de medidas já editadas, como a MP que reestruturou os ministérios e retomou o voto de qualidade no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf), ou as medidas que aprovaram as novas regras do Bolsa Família e do programa Minha Casa Minha Vida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Constituição e o Regimento Interno do Congresso determinam hoje que as MPs editadas pelo presidente da República precisam ser analisadas em comissões mistas compostas por deputados e senadores de forma paritária. O colegiado era responsável por emitir um parecer sobre a medida antes de ela ir à votação nos plenários das duas Casas - primeiro na Câmara e depois no Senado.

Em 2020, contudo, em meio à pandemia de covid-19, o Congresso definiu que as MPs poderiam ir direto ao plenário, sem necessidade de passar antes por comissão mista. A determinação ainda está em vigor, apesar do fim da emergência sanitária. Mas, no começo de fevereiro, a Mesa Diretora do Senado decidiu retomar a análise das MPs nos colegiados.

A decisão, no entanto, não foi ratificada pela Câmara, o que gerou ruído entre Lira e Pacheco. O senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) chegou a acionar o Supremo Tribunal Federal (STF).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV