Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Olinda proíbe monumentos a escravocratas e ditadores militares

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Vereadores de Olinda, em Pernambuco, aprovaram uma lei que proíbe homenagens a escravocratas e pessoas ligadas à ditadura militar em monumentos, edifícios e vias públicas da cidade. Passa a ser vedado atribuir a bens que estejam sob gestão da administração municipal o nome de personagens históricos que remetam a esses períodos. Locais que já existam e cujo nome se enquadre na proibição serão renomeados.

De autoria do vereador Vinicius Castello (PT), a lei foi inspirada pela proposta da deputada estadual Érica Malunguinho (PSOL-SP) na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Pelo projeto de lei (PL) apresentado pela parlamentar paulista, monumentos públicos, estátuas e bustos que prestem homenagem a escravocratas ou a eventos históricos ligados à prática escravagista deveriam ser retirados no Estado. O PL ainda está em tramitação na Alesp.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo Castello, a lei foi adaptada para a realidade do município. "Esta lei é de extrema importância para Olinda e chega para fazer justiça e prestar contas com a História", publicou ele em uma rede social. O vereador afirma que a Câmara de Olinda é a primeira no País a aprovar uma lei dessa natureza.

O texto prevê que estátuas de escravagistas, após retiradas das vias públicas, passem a ser expostas em museus com a descrição do período histórico em que se inserem e dos crimes praticados pela pessoa homenageada.

O debate em torno de homenagens a escravocratas ganhou força após a morte de George Floyd nos Estados Unidos, em 2020, e a consequente onda de protestos do "Black Lives Matter". Durante os atos, a derrubada de estátuas por manifestantes foi uma cena comum no país. No Brasil, o movimento também ganhou força a partir daquele ano e, em julho de 2021, um monumento do bandeirante Borba Gato foi incendiado em São Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV