Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

MST promete a Haddad desocupar área da Embrapa

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Após reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Paulo Rodrigues, disse que a área da Embrapa tomada em Petrolina (PE) será desocupada quando for encontrado outro lugar para abrigar as 800 famílias que estão no local.

A desocupação da área da Embrapa foi pedida por Haddad, segundo o líder do MST. Ele disse que também está em negociação com o governo do Espírito Santo para desocupar fazendas da Suzano em Aracruz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Durante a reunião com Haddad no gabinete do ministério em São Paulo, o MST, segundo seu coordenador, levou três reivindicações da campanha "Abril vermelho": aumento dos recursos do Incra para compra de terras da reforma agrária; uma política de crédito especial para financiar a agricultura familiar; e a inclusão da reforma agrária na agenda de desenvolvimento - tirando o tema da "agenda do conflito", contou Rodrigues.

Conforme relato do coordenador do MST, Haddad se comprometeu a criar um grupo de trabalho para tratar da situação de terras de devedores da União, e outro para os juros da agricultura familiar. Em entrevista a jornalistas após o encontro, Rodrigues sustentou que, mesmo nos governos anteriores do PT, os assentamentos só saíram quando houve ocupações.

Ele enfatizou a legitimidade da ocupação, comparando a tomada de terras a greves realizadas por sindicatos. "O MST quer defender o direito de fazer luta. A ocupação de latifúndio improdutivo equivale, para nós, a uma greve realizada por sindicato", disse o líder do movimento dos sem-terra, acrescentando que a Constituição, assim como prevê o direito à propriedade, permite o direito de luta dos trabalhadores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Enquanto houver latifúndio improdutivo, haverá a luta por reforma agrária", concluiu Rodrigues. Ele atendeu jornalistas quando estava deixando o prédio na avenida Paulista onde fica o gabinete do ministério da Fazenda.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV