Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

MPE vê indícios de violência política de gênero contra deputada do PL e pede investigação

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu que à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma investigação para apurar se o deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA) assediou a também deputada Júlia Zanatta (PL-SC).

O caso veio a público na semana passada. A deputada compartilhou nas redes sociais fotos que mostram o momento em que ela é abordada em uma sessão da Comissão de Segurança Pública.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Nunca dei liberdade para esse deputado e nem sabia qual era o nome dele, mas ele se sentiu livre para chegar por trás de mim. A sorte que alguém pegou a cena absurda", escreveu.

Com a repercussão do caso, o deputado compartilhou o vídeo completo do episódio no Twitter. Ele argumentou que as fotos foram tiradas de contexto. "Fake news absurda", rebateu.

A gravação mostra que o deputado se posiciona atrás da parlamentar e fala próximo ao ouvido dela: "40 anos de mandato", em referência à deputada Lídice da Mata (PSB-BA), com quem Júlia estava discutindo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A procuradora da República Raquel Branquinho disse que vê indícios de violência política de gênero. Ela sugeriu como primeiras medidas de investigação o depoimento dos deputados e de testemunhas presentes na sessão da Câmara.

"No caso, em se tratando o possível agressor de um parlamentar federal, o foro para apuração dos fatos e eventual persecução criminal é o Supremo Tribunal Federal, considerando preenchidos os requisitos da contemporaneidade do exercício do cargo público e conduta relacionada ao próprio mandato parlamentar", diz um trecho do documento enviado à PGR.

Raquel é coordenadora do núcleo de Violência Política de Gênero da Vice-Procuradoria-Geral Eleitoral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A violência política de gênero foi criminalizada em agosto de 2021. A legislação prevê como crime 'toda ação, conduta ou omissão com a finalidade de impedir, obstaculizar ou restringir os direitos políticos da mulher' e 'qualquer distinção, exclusão ou restrição no reconhecimento, gozo ou exercício de seus direitos e de suas liberdades políticas fundamentais, em virtude do sexo'.

O PL pediu ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados a cassação de Márcio Jerry por quebra de decoro parlamentar.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV