Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Moraes nega recurso da defesa e mantém prisão de Braga Netto

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou, nesta quarta-feira, 6, o pedido de revogação da prisão cautelar apresentado pela defesa do general Walter Braga Netto. O ex-ministro da Casa Civil e da Defesa do governo Bolsonaro está preso desde 14 de dezembro, na Vila Militar do Rio, sob suspeita de tentar obstruir o julgamento da trama golpista. Os advogados do general pediam que Braga Netto fosse submetido às mesmas medidas cautelares que Jair Bolsonaro (PL).

Para o ministro, ao contrário do ex-presidente, é necessário manter a custódia do general "em face do perigo gerado pelo estado de liberdade do custodiado e dos fortes indícios da gravidade concreta dos delitos imputados".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Diversamente do alegado pela defesa, a situação fática do réu Walter Souza Braga Netto é diferente de Jair Messias Bolsonaro, uma vez que os fundamentos para a manutenção da custódia cautelar são específicos às condutas do requerente", declarou o ministro.

No pedido, os advogados do ex-ministro alegaram que a prisão cautelar não foi fundamentada com "fatos concretos e atuais".

A defesa argumentou que era necessário garantir um "tratamento igualitário" entre Braga Netto e Bolsonaro, que cumpre medidas cautelares sob a suspeita de atuar em obstrução de Justiça e ataque à soberania.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O princípio da isonomia garante ao general Braga Netto, ao menos, tratamento igualitário em relação aos corréus desta ação penal", declarou a defesa.

A Procuradoria-Geral da República apresentou uma manifestação pelo indeferimento da revogação de prisão, sob o argumento de que foi comprovado, no depoimento do general Mário Fernandes, a idealização do plano "Punhal Verde e Amarelo" - que tinha como alvos o ministro Alexandre de Moraes, Lula e Alckmin.

A PGR afirma que o depoimento robustece "a necessidade de manutenção da tutela cautelar em desfavor de indivíduos denunciados como protagonistas do projeto golpista".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O parecer afirma que os indícios que levaram à prisão cautelar de Braga Netto não possuem relação direta com a decisão que impôs medidas cautelares ao ex-presidente.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV