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Ministros envolvidos no escândalo do Master precisam ser afastados e presos, diz Renan Santos

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O candidato do Missão à Presidência, Renan Santos, defendeu nesta quarta-feira, 16, que todos os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que estejam envolvidos no escândalo do Banco Master sejam "afastados e presos". A declaração foi feita durante encontro com apoiadores em Londrina, no Paraná.

"Todos os ministros envolvidos no escândalo do Banco Master precisam ser afastados e presos. O próximo presidente da República não tem de ter nenhum tipo de passado corrompido envolvido nesses escândalos, de modo a ser livre a fazer uma pressão junto ao senado e a população para que eles caiam", disse.

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O presidenciável afirmou ainda que as próximas nomeações que devem ser feitas pelo presidente eleito precisam ser "baseadas em figuras com reputação ilibada, e não mercadores que estão lá no STF fazendo negócios como temos hoje".

Renan também voltou a defender uma reforma do Judiciário para diminuir os poderes do STF. O candidato defende critérios mais rígidos de nomeação, limitação das decisões monocráticas, e citou a retomada do que chama de um "sistema de peso e contrapeso", "em que o Senado consegue fiscalizar o STF sem medo de retaliação porque o STF hoje tem os processos relativos aos senadores", disse.

Após o julgamento do STF nesta terça-feira, 15, sobre a abertura de investigação a respeito das relações do ministro Alexandre de Moraes com o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, o candidato fez uma "live" junto do seu coordenador econômico de campanha, o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP). Nela, Renan afirmou que o presidente da Corte, Edson Fachin, é "fraco" e descreveu a situação como "horrorosa".

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