Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Maia diz que Rio de Janeiro escolheu governadores de forma "errada" desde 1998

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o Rio de Janeiro escolheu governadores de forma "errada" desde 1998. Nesta quarta-feira, 2, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter o governador Wilson Witzel (PSC) afastado do cargo. Como ele, todos os governadores eleitos no Estado desde a reta final da ditadura ainda vivos enfrentam ou enfrentaram processos na Justiça.

"Esperar que a gente possa escolher bem no Rio de Janeiro. O Rio escolheu mal, escolheu de forma errada, do meu ponto de vista. Todo o ciclo de 98 para frente gerou o resultado de hoje, infelizmente. Não que os governadores não tenham tentado melhorar, mas decisões erradas geram impactos 20 anos depois, 22 anos depois no nosso Estado. Vamos torcer para colocar um gestor que tenha condições de governar bem o Rio", disse durante live promovida pela Apex Partners.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Questionado sobre a reforma tributária, Maia voltou a criticar a criação de um imposto sobre transações digitais nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Segundo ele, a discussão sobre o tema vai na contramão do que outros países analisam.

"Essa questão do imposto digital nada mais é do que uma CPMF", disse. "O que a gente quer fazer é botar um nome bonito para botar um bicho feio por trás. Quando o governo encaminhar a proposta você vai ler e falar 'poxa vida, meu imposto digital nada mais é do que uma CPMF. Fui enganado'."

Eletrobras

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante a live, o presidente voltou a sinalizar que a privatização da Eletrobras deverá ficar para o próximo ano. Segundo ele, entre votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos gatilhos do teto de gastos, as reformas e a privatização, deixaria a análise sobre a estatal elétrica para o próximo ano. Mas afirmou que votará favoravelmente à proposta. "Terá meu voto", disse.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV