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Lula critica disparo de mensagens com ameaças caso Bolsonaro não seja reeleito

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) repercutiu, nesta noite, a notícia de que, no Paraná, pessoas receberam mensagens incitando simpatizantes do presidente e candidato Jair Bolsonaro (PL) a invadir o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) no caso do chefe do Executivo não consiga a reeleição no primeiro turno. "No Paraná, estão mandando informações mentirosas por mensagem para as pessoas. Como fizeram com o Haddad em 2018", criticou o petista.

As mensagens, disparadas de um número antes usado para comunicações de serviços digitais do Departamento de Trânsito do Paraná, o Detran, e pelo sistema chamado Paraná Inteligência Artificial, o PIA, diziam: "Vai dar Bolsonaro no primeiro turno! Senão, vamos à rua para protestar! Vamos invadir o Congresso e o STF! Presidente Bolsonaro conta com todos nós!!".

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"Eu não vou fazer o jogo rasteiro deles", disse o petista, durante comício em Itaquera, na zona leste de São Paulo, criticando o uso de notícias falsas nas eleições.

Segundo a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), o disparo das mensagens foi feito a partir de uma empresa terceirizada. Segundo o companhia, a questão já esta sendo apurada internamente e serão tomadas "todas as medidas para encontrar os responsáveis".

Bandeira

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Ao final do comício, Lula também voltou a pedir que a população recupere as cores da bandeira do País. Com críticas ao presidente Bolsonaro, o petista afirmou que se o chefe do Executivo quiser uma "bandeira para ele", "ele que crie um partido político como eu criei o PT".

Cartas

Ao comentar sobre o tempo que ficou na prisão em 2018, quando trocava cartas com sua atual esposa, a socióloga Rosangela Silva, a Janja, o petista afirmou que um dia pretende publicar as cartas. "Vai ter que ser um livro +18", brincou.

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