Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Lista não é critério para PGR e Zanin tem mérito para STF, diz petista

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva descartou escolher o próximo procurador-geral com base em uma lista tríplice elaborada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). Segundo o chefe do Executivo, a escolha será pessoal. Sobre os nomes que poderá indicar ao Supremo Tribunal Federal (STF), o petista afirmou uma eventual escolha de seu advogado Cristiano Zanin Martins ao cargo seria merecida.

"Só espero escolher um cidadão que seja decente, digno, de muito caráter e respeitado. Não penso mais em lista tríplice da PGR (Procuradoria-Geral da República), não é mais o critério. Vou ser mais criterioso", afirmou Lula, em entrevista à Rádio BandNews FM, ontem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O mandato de Augusto Aras termina em setembro. Quando foi escolhido por Jair Bolsonaro, Aras não constava na lista da ANPR e foi alvo de críticas de aliados do ex-presidente, que defendiam um nome alinhado à Operação Lava Jato. Bolsonaro disse à época que acreditava ter feito um "bom casamento". Com trânsito pelo mundo político, Aras não enfrentou resistência no Senado, que chancela a escolha do presidente.

Nos dois primeiros mandatos de Lula, os escolhidos pelo petista foram Cláudio Fonteles, Antonio Fernando e Roberto Gurgel. Os três foram indicados na lista tríplice feita pelos membros do Ministério Público. Dilma Rousseff (PT) seguiu o mesmo critério ao indicar Rodrigo Janot. Já Michel Temer (MDB) optou pela segunda da lista, Raquel Dodge.

A indicação é uma prerrogativa do presidente, que não precisa seguir a lista de nomes oferecidos pela ANPR, mas virou uma tradição informal nos governos petistas. Uma das atribuições do PGR é investigar e denunciar políticos com prerrogativa de foro, incluindo o presidente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Quando eu vim para a Presidência, eu trouxe a experiência do sindicato. Então tudo para mim era lista tríplice. Já está provado que nem sempre lista tríplice resolve o problema", disse Lula ontem.

Supremo

O petista também afirmou que levará em conta o caráter da pessoa e seu notório saber jurídico para a indicação ao Supremo. "Não quero escolher um juiz para mim, o juiz é para a Nação", disse o presidente ao programa É da Coisa, do jornalista Reinaldo Azevedo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Caberá a Lula indicar em maio o substituto do ministro Ricardo Lewandowski. Em outubro, quem também deixará a Corte, também por completar 75 anos, é a atual presidente da Corte, Rosa Weber.

As respostas ocorrem em meio à especulação de que o seu advogado, Cristiano Zanin, seja indicado à vaga a ser aberta. De acordo com Lula, se ele indicasse Zanin hoje ao STF, "todo mundo compreenderia que ele merecia".

Aos 47 anos, Zanin nasceu em Piracicaba (SP), e começou a carreira de advogado na área de telecomunicações. Zanin defendeu Lula nos processos que o petista respondeu na Lava Jato e se tornou seu principal porta-voz enquanto ele esteve preso em Curitiba. Ganhou força após a anulação das condenações do petista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV