Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

João Campos, reeleito em Recife, é pop nas redes sociais e opção para 2026

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O prefeito de Recife (PE), João Campos (PSB), foi reeleito neste domingo, 6, para um segundo mandato no cargo. Com 76,36% das urnas apuradas, computava 77,47% dos votos. O primeiro turno na capital de Pernambuco foi marcado pela previsibilidade, com o pessebista disparado em primeiro lugar nas pesquisas desde o início.

Dado seu desempenho na disputa municipal e seus altos índices de aprovação no comando da prefeitura, Campos é considerado uma opção para a corrida pelo governo de Pernambuco, em 2026, contra a atual ocupante do cargo, Raquel Lyra (PSDB). Aliados também apostam nele como um futuro nome para a Presidência da República.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Com 30 anos de idade, Campos faz parte de um clã político que domina o cenário local. Ele é filho do ex-governador Eduardo Campos, que morreu em um acidente aéreo em 2014, e bisneto de Miguel Arraes, que também governou o Estado. Antes de se eleger prefeito em 2020, atuou como deputado federal.

Sua vitória acachapante é um trunfo para o PSB e representa uma esperança de renovação no partido, que, desde a redemocratização, não conseguiu criar lideranças nacionais capazes de ocupar o espaço da esquerda ou centro-esquerda no debate nacional. O pai de João, Eduardo Campos, fez essa tentativa em 2014, mas sua morte enterrou os planos.

Nos últimos anos, o prefeito de Recife se tornou "pop" nas redes sociais, com vídeos de "dancinhas" e fotos de cabelo "nevado" ou descolorido para o Carnaval. "É gente como a gente", dizia a propaganda eleitoral do candidato.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em segundo lugar na eleição, ficou o ex-ministro Gilson Machado (PL), com xx%. Ele fez parte da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro como titular da pasta do Turismo, mas não obteve tração na disputa pela prefeitura.

Em debate entre os candidatos na reta final do primeiro turno, Campos exaltou a realização de obras em Recife e foi o foco de ataques dos outros competidores. Na propaganda eleitoral, apostou também em mostrar realizações de sua gestão e no vínculo com Miguel Arraes.

A candidatura de Campos era considerada a mais competitiva do campo da esquerda em capitais. Apesar de ter o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contudo, o prefeito não dependeu do endosso do PT para se reeleger.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O partido de Lula pleiteava a vaga de vice, de olho em assumir a prefeitura após 2026, caso Campos se eleja governador. O prefeito, contudo, ignorou apelos dos petistas e escolheu como vice Victor Marques (PCdoB), seu ex-chefe de gabinete, como companheiro de chapa.

Em 2020, Campos se elegeu em segundo turno contra Marília Arraes, sua prima, então filiada ao PT - hoje ela faz parte dos quadros do Solidariedade. Os dois romperam durante a disputa, mas ela acabou anunciando apoio à reeleição do prefeito neste ano.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV