Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Impasses travam indicações ao Senado em SP

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A pouco mais de dois meses para o início das convenções partidárias, o impasse nos principais palanques para o governo paulista abriu um vácuo na disputa pelo Senado. Enquanto os pré-candidatos ao Palácio dos Bandeirantes já mantêm uma intensa agenda de pré-campanha, a definição dos nomes que vão concorrer à única vaga de senador pelo Estado é motivo de desavenças internas.

No campo da centro-direita, o rompimento do apresentador José Luiz Datena com o governador Rodrigo Garcia (PSDB) e sua filiação ao PSC - partido que apoia o ex-ministro bolsonarista Tarcísio de Freitas (Republicanos) - deflagrou uma disputa na ampla coligação formada pelo tucano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Como o MDB tem a prerrogativa de indicar o candidato a vice na chapa, o União Brasil reivindica a escolha do postulante ao Senado, mas o PSDB insiste que não abre mão da vaga. O União Brasil, por sua vez, precisa equacionar uma tensão interna antes de partir para esse embate com o PSDB.

A vaga de candidato a senador estaria reservada para o ex-juiz Sérgio Moro, mas o vereador Milton Leite, presidente da Câmara Municipal de São Paulo, reclama a posição. "Moro até agora não pleiteou (o cargo). Se houver o pleito, vamos disputar na convenção", disse.

Há ainda no PSDB um grupo que defende o nome do ex-senador José Aníbal. José Serra, cujo mandato de senador termina neste ano, vai tentar uma vaga de deputado federal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na raia bolsonarista, a possibilidade de Datena integrar a chapa de Tarcísio causou um racha. O PTB, que acolheu a ala mais radical da direita paulista, não aceitou a escolha do apresentador, considerado "de esquerda" pela legenda de Roberto Jefferson.

Em resposta, o partido colocou na disputa José Carlos Bernardi, ex-comentarista da Jovem Pan que causou polêmica no ano passado ao dizer que o Brasil enriquecerá como a Alemanha "se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico deles".

O campo da esquerda também enfrenta um dilema e ainda não anunciou pré-candidatura ao Senado. O PT, que lançou o ex-prefeito Fernando Haddad ao governo, reserva a vaga para o ex-governador Márcio França (PSB), caso ele desista de disputar o Bandeirantes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Reserva

Como França não dá sinais de que vai recuar, partidos que estão no palanque de Haddad e o próprio PT passaram a pressionar pela indicação. O vereador e ex-senador Eduardo Suplicy (PT) se apresentou e está, nas palavras de petistas, no "banco de reserva".

O PSOL, que caminha para fechar com Haddad, já sinalizou em conversas reservadas que prefere a vaga de senador à de vice. O petista, conforme interlocutores, é simpático à ideia, já que prefere uma mulher com perfil moderado na vice. "Se o Márcio França fizer uma aliança, a prioridade do Senado é dele. Mas, se isso não acontecer, Juliano Medeiros (presidente do PSOL) seria uma boa alternativa", disse o deputado Orlando Silva, do PCdoB, que formou uma federação com o PT e o PV.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV