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Haddad: É sempre bom sair da campanha com a consciência tranquila de ter apresentado propostas

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O candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, disse que sai dessa campanha com a consciência tranquila de que conseguiu passar as propostas que têm para o Estado. Segundo ele, os eleitores paulistas estavam mais abertos a ouvir o que ele tinha a apresentar.

"Eu queria agradecer, primeiro, os eleitores paulistas que nos receberam em todo canto muito bem, no clima de diálogo, de cordialidade. O clima no Estado de São Paulo estava muito melhor, do que na eleição passada", disse o candidato após a votação. "Era possível sentir no ar a população muito mais aberta a ouvir, a entender e a tomar sua decisão no dia de hoje."

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Segundo ele, foi possível, mediante a participação de debates e eventos políticos, apresentar um plano de governo decente para o Estado de São Paulo. "Então, estou muito satisfeito com a qualidade da campanha que nós pudemos apresentar para o eleitor de São Paulo. É sempre bom sair de uma campanha com a consciência tranquila de que você trabalhou em proveito da sua comunidade e apresentou uma alternativa decente, digna do eleitor de um estado tão importante quanto o nosso", ressaltou.

Haddad defendeu, ainda, uma reforma no judiciário. Segundo ele, desde 2018, em sua campanha para o Planalto, já falava que deveria constituir um mandato para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

"Estamos falando de um poder da República. Não é uma coisa qualquer. Tivemos uma primeira que foi o próprio presidente Lula que fez. E agora ele próprio está convencido, à luz de dos acontecimentos, à luz do clima eleitoral, que é possível fazer, com a sabedoria que foi feita a primeira, talvez uma segunda reforma do judiciário. Mas veja que ele próprio é o primeiro a dizer, não é uma reforma que dependa de uma pessoa. Tem que ouvir os juristas, tem que ouvir os magistrados", disse Haddad. "Eu vou lembrar aqui em 2018, a minha campanha já falava da necessidade de fixar mandato para ministro do Supremo. Não é uma novidade. Há oito anos, eu estava propondo exatamente isso."

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