Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Grupo que atua na Saúde é alvo de investigação por superfaturamento

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Uma empresa que presta serviço para o Ministério da Saúde é investigada por suspeitas de superfaturamento de R$ 16 milhões na própria pasta. O valor foi apontado pela área técnica do Tribunal de Contas da União em contrato anterior firmado com o ministério pelo grupo Voetur, proprietário da VTCLog, atual encarregada da logística para entrega de vacinas.

Com histórico de investigações, a empresa entrou na mira da CPI da Covid: os senadores aprovaram requerimento do vice-presidente do colegiado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), para convocar a executiva da empresa Andreia Lima. "(Pode haver) contrato superfaturado para distribuição de vacinas. Estamos investigando", disse o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), ao Estadão. Só neste ano, o Ministério da Saúde empenhou R$ 258,14 milhões em favor da VTCLog, dos quais R$ 137,5 milhões já foram pagos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Os técnicos do TCU se manifestaram numa tomada de contas especial (TCE), instaurada no ano passado, em relação a contratos anteriores firmados com a companhia. O processo faz referência a supostas irregularidades em dois contratos da Voetur com o Ministério, assinados em 1997 e em 2003. Nos dois casos, a auditoria encontrou suspeitas de irregularidades. "Ficou comprovado que os pagamentos à empresa ficaram 1.825% acima do valor contratado", disse o tribunal.

Esses casos, agora, somam-se a novas denúncias contra a empresa. A companhia está envolvida em suspeitas que envolvem aditivo de R$ 18 milhões em um contrato atual com a Saúde. Neste caso, o valor teria sido 1.800% superior ao recomendado pela área técnica da pasta, segundo reportagem do Jornal Nacional, da TV Globo.

A empresa negou irregularidades nos contratos com a Saúde e disse que está apta a participar de licitações. O Ministério da Saúde não respondeu aos questionamentos da reportagem até a publicação desta matéria. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV