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Flávio Bolsonaro compara PEC do fim da 6X1 com promessa de picanha feita por Lula

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O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, voltou a criticar nesta quarta-feira, 7, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6X1. Para ele, o projeto se compara à promessa eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de facilitar o acesso da população à picanha.

"Ele Lula chega com mais uma promessa de picanha que não vai resolver a vida de ninguém. Ele tem que deixar de ser hipócrita. O Lula é hipócrita. Ele mente com toda tranquilidade, achando que vai enganar o eleitor. Não vai mais enganar. O eleitor não está à venda", declarou a jornalistas, após encontro com integrantes do PP e do União Brasil.

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Flávio disse que, com a PEC, "Lula pensa no poder, não no trabalhador" e defendeu que o texto seja analisado após as eleições. Também reafirmou que Lula "está cansado".

"Ele é um irresponsável que está disputando o poder. É a sétima eleição presidencial que ele está disputando. Ele está cansado. Lula, vai para casa descansar. Você está cansado. Você está trocando as palavras já. Você está sem paciência. Você está com ódio", disse.

Flávio declarou ainda que pretende colocar no Ministério da Fazenda "alguém que entenda de economia" e criticou o ex-ministro Fernando Haddad, que, nas palavras do candidato do PL, não "é sequer formado em economia".

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O candidato também propôs o congelamento de dívidas por seis meses de pessoas físicas e por um ano para pessoas jurídicas.

"Caso queiram abrir a própria empresa, vamos dar uma carência para as pessoas físicas de seis meses. Vai ficar congelada a sua dívida por 6 meses. Ela não vai ser reajustada e você não vai pagar nenhuma parcela. Isso vai reinjetar esse dinheiro na economia de uma forma sustentável. Para as pessoas jurídicas, vamos dar um ano de carência para quem está devendo, vamos fazer da mesma forma", declarou a jornalistas, após encontro com integrantes do PP e do União Brasil.

Flávio também defendeu a possibilidade de a Caixa Econômica Federal "comprar" e renegociar os débitos. "Dá para ajudar as pessoas que estão endividadas a pagarem as suas dívidas. Essa é a nossa proposta, inclusive, comprar dívidas de quem está devendo e refinanciar pela Caixa Econômica Federal, com um prazo mais longo, uma taxa de juro menor", falou.

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