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Equipe ministerial abre semana com homenagem às mulheres e ataques a Bolsonaro

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A equipe ministerial do governo federal abre esta semana com homenagens às mulheres em comemoração ao dia 8 de março, dia internacional da mulher. Em defesa à promoção de políticas públicas voltada ao povo feminino, os ministros fizeram discursos com tons críticos ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Participam neste momento de um evento que dá início à semana de comemorações o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, e da Cultura, Margareth Menezes.

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O evento está alinhado com a estratégia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de anunciar um pacote de ações esta semana destinado ao público feminino, de olho no efeito político-eleitoral. Durante as eleições, o petista obteve vantagem entre mulheres pela alta rejeição do ex-presidente Bolsonaro nesta fatia do eleitorado.

No discurso de abertura, Tebet defendeu a anulação de todos os "retrocessos civilizatórios que o ex-presidente Bolsonaro cometeu ao longo dos quatro anos de desgoverno". Ela afirmou que houve, durante este período, políticas públicas de desconstrução da imagem da mulher brasileira e empoderada.

A ministra defendeu o combate da violência contra mulher com leis rigorosas. Disse ainda que o Plano Plurianual (PPA) terá um capítulo a parte, o "PPA mulher", com metas, diretrizes e indicadores no orçamento dedicados ao público feminino.

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Esther destacou o crescimento nos indicadores de violência contra mulher e afirmou que, no governo passado, os discursos misóginos, racistas e homofóbicos foram tornando essa linguagem como algo comum. Ela defendeu a garantia de uma sociedade com organizações sãs e saudáveis.

Margareth defendeu ações focadas em transformação social e de representatividade no País. Já Guajajara destacou que, "depois de quatro anos sombrios, estamos aqui para falar da importância da presença das mulheres em todos os espaços".

Na esteira de anúncios de ações dedicadas às mulheres, Lula disse na última terça-feira, 28, que no dia 8 de março o governo irá apresentar uma lei de igualdade salarial de gênero para homens e mulheres que exercem a mesma função. A medida é uma promessa de campanha que favoreceu o apoio de Tebet ao petista na disputa presidencial.

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