Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Edinho: Uma coisa é punir fake news, outra é coibir organização da sociedade nas redes

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente do PT, Edinho Silva, disse que pediu aos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que a Corte não imponha "nenhuma forma de cerceamento à organização nas redes sociais". "Eu disse aos ministros que a sociedade hoje se organiza fisicamente e se organiza também nas redes sociais, então nós não podemos coibir, proibir que a sociedade manifeste", afirmou nesta terça-feira, 13, após reunião das campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, e outros ministros.

"Nós queremos que quem publique fake news seja punido perante a legislação. Uma coisa é você punir fake news, outra coisa é você impedir, coibir que a sociedade se organize por meio das redes sociais", afirmou Edinho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A reunião ocorreu após a guerra de decisões envolvendo o canal de WhatsApp "Exército do Lula". O grupo tem cerca de 4,3 milhões de seguidores e foi criado pelo deputado André Janones (Rede-MG) para mobilizar apoiadores de Lula.

No último domingo, 11, o grupo foi suspenso por decisão de Nunes Marques e liberado em seguida por ordem do corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva. Já nesta terça, Nunes Marques suspendeu a decisão do corregedor e ajustou sua determinação inicial, fixando prazo de 48h para o PT registrar o canal de WhatsApp entre os meios oficiais da campanha.

Também participaram da reunião os ministros do TSE André Mendonça, Marco Aurélio Bellizze e Estela Aranha, o coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho (PL-RN), e o ministro do Desenvolvimento, Wellington Dias, além de membros da equipe jurídica das duas campanhas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV