Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Durigan: se tivéssemos preocupação eleitoral, teríamos feito aumento do Bolsa Família antes

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu veementemente em entrevista à CNN Brasil que o reajuste do programa Bolsa Família, com impacto de R$ 5,8 bilhões neste ano e R$ 22 bilhões no próximo, não possui motivação eleitoreira.

Segundo Durigan, se a intenção fosse eleitoral, o reajuste teria sido implementado antes do primeiro turno das eleições, diferentemente de ações passadas, como a "PEC kamikaze" de 2022, que elevou o benefício de R$ 400 para R$ 600 em agosto sem justificativa inflacionária. Apesar de anunciado nesta semana, os pagamentos dos novos valores do programa só serão feitos a partir de 19 de outubro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Se for só pensando no tema eleitoral, teria de ter feito antes", argumentou. A entrevista foi concedida à CNN Brasil nos bastidores do Fórum CEO Brasil 2026, que ocorre em Mata de São João (BA). O ministro ressaltou que o aumento está plenamente acomodado no orçamento, sem a necessidade de créditos extraordinários ou "calotes em precatórios e governadores", numa referência à gestão de Jair Bolsonaro.

Durigan explicou que o financiamento do reajuste virá de acomodações internas, com a projeção de gastos previdenciários sendo realocados para cobrir os valores do Bolsa Família, conforme compromisso a ser detalhado em 24 de setembro.

Ele enfatizou que o ajuste representa uma recomposição do poder de compra corroído pela inflação, e não um aumento real do benefício. O ministro também destacou a redução no número de beneficiários, de 21,9 milhões herdados do governo anterior para 18,7 milhões ao fim de 2025, atribuída à organização dos cadastros e à inserção de pessoas no mercado de trabalho formal - 91% dos empregos gerados no ano passado vieram de ex-beneficiários do programa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ministro da Fazenda disse não ver a possibilidade de impacto inflacionário derivado do aumento do Bolsa Família. Durigan afirmou que a inflação controlada é um "ganho civilizacional" e que o governo possui o compromisso de mantê-la baixa, citando que a atual gestão presidencial fechará um ciclo de quatro anos com a menor taxa média de inflação da história do país, em torno de 4,6% a 4,7%.

*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV