Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Doria vê reunião de contrários à sua pré-candidatura como 'jantar de derrotados'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB),

classificou o encontro ocorrido nesta terça, 8, em Brasília, com

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

representantes da ala tucana contrária à escolha de seu nome

como pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB

como um "jantar de derrotados". Em entrevista à Rádio

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eldorado na manhã desta quarta, 9, Doria ainda afirmou que

o "PSDB é maior do que cinco pessoas".

Caciques da legenda como o deputado Aécio Neves (MG), o

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

senador Tasso Jereissati (CE), o ex-senador José Aníbal (SP) e

até mesmo o governador Eduardo Leite (RS), derrotado nas

prévias do partido ano passado, se reuniram na casa do ex-

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

ministro Pimenta da Veiga para debater alternativas ao nome de

Doria, que segue estagnado nas pesquisas, como o apoio a

senadora Simone Tebet (MDB-MS).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Foi um jantar de derrotados, com todo respeito. Todos eles

foram derrotados nas prévias. Eu entendo que na vida pública, e

também na vida privada, você tem que compreender vitórias e

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

derrotas. Eu tive, circunstancialmente, uma vitória nas prévias

do PSDB, mas tive a grandeza de cumprimentar o Eduardo Leite

e todos aqueles que o apoiaram de maneira educada. Não me

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

parece que cinco pessoas sentadas num jantar possam

representar o PSDB. O PSDB é maior do que cinco pessoas

que ali representavam derrotados", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O governador ressaltou que venceu o processo de escolha

interna do partido com o apoio de políticos com mandatos, como

deputados, senadores e prefeitos, mas também com o apoio de

filiados. "É preciso ter grandeza na vitória e na derrota. Esse é

um ensinamento da vida. Não vou fazer oposição ou maiores

considerações de um jantar de cinco pessoas que entendem

que uma derrota não deve ser assimilada. O correto e a forma

nobre é você somar forças em torno de um partido que é maior

do que essas cinco pessoas que jantaram em Brasília."

Segundo Doria, a população brasileira ainda não está

preocupada com a eleição deste ano. De acordo com ele, isso

deve ocorrer apenas em agosto, com as candidaturas

oficializadas e a campanha na rua. "As pesquisas de agora são

meros retratos pontuais e circunstanciais que não refletem uma

realidade que será, sim, apontada pela população mais próximo

do processo eleitoral. As pessoas agora estão preocupadas

com a sua saúde, com o seu emprego, com seu salário e com

comida no prato. Não estão preocupadas com eleição."

Nova rodada da pesquisa Genial/Quaest de intenção de voto

para a disputa presidencial de 2022 divulgada nesta quarta

mostra um cenário ainda desafiador para a chamada 'terceira

via'. Em diferentes cenários da pesquisa estimulada, Lula (PT)

aparece com 45% a 47%, seguido por Jair Bolsonaro (PL), que

tem 23% a 26%. Moro e Ciro registraram 7% a 9% das

intenções de voto. André Janones (Avante) e João Doria

(PSDB) registraram 2% a 3%. Simone Tebet (MDB), 1%.

Rodrigo Pacheco (PSD) e Felipe d'Avila (Novo) não pontuaram.

Questionado como pretende mudar seu baixo patamar de

intenção de votos, Doria mostrou-se resiliente e disse que isso

irá ocorrer quando ele puder se dedicar de fato à pré-campanha,

a partir de abril. "Fazendo campanha, dialogando com a

população, fazendo debate, fazendo aquilo que uma campanha

prevê. É preciso ter tenacidade, determinação, capacidade de

dialogar e apresentar um bom governo. O governo de São Paulo

é um governo honesto, transformador e até os ferrenhos

adversários reconhecem isso. Um governo que cuidou da

pobreza e da saúde, que trouxe a vacina, que fez as reformas

administrativas e fiscal e a reforma previdenciária. Um governo

que trata bem as pessoas, sobretudo as mais vulneráveis, e que

não rouba o dinheiro público."

Chapa Lula-Alckmin

Apesar de se negar inicialmente a comentar a eventual chapa

Lula-Alckmin, o governador discorreu sobre a possibilidade com

um tom de lamento e incompreensão. Distantes desde a

campanha presidencial de 2018, na qual Doria se elegeu para

comandar o Estado com o bordão "Bolsodoria", o tucano

afirmou que "não perdeu o respeito por Alckmin (que o lançou

em 2016), mas que se "entristece" de sua atual posição política.

"Lamento a posição do ex-governador de São Paulo, por quem

eu não perdi o respeito, mesmo com essa decisão de estar

vinculado ao Lula. Alguém que ele mesmo combateu ao longo

de 33 anos como um bom homem público no PSDB. Me

entristece o fato de ele estar ao lado de Lula. Eu estarei do

outro lado e, como candidato, combaterei Lula e todos que

estiverem ao lado dele", disse.

Doria disse ser incompreensível que alguém que, na sua

avaliação, tenha contribuído para roubar o dinheiro público, que

usou a frase 'os fins justificam os meios', desejar voltar ao poder

para comandar novamente a Petrobras. "Ainda que Lula tenha

feito política para os mais humildes, para mim os fins não

justificam os meios", finalizou o tucano.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV