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CNT/MDA: Lula é desaprovado por 49,6% e aprovado por 44,9%

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A desaprovação ao desempenho pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a 49,6%, segundo pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira, 14. A aprovação soma 44,9%, enquanto 5,5% não souberam ou não responderam. O levantamento confirma a tendência de reversão na melhora de imagem do chefe do Executivo federal, que estava em curva ascendente desde setembro de 2025. Em novembro, a aprovação era de 48%.

Na avaliação do governo federal, 37,2% classificam a gestão como negativa (ruim ou péssima), ante 32,1% que a consideram positiva (ótimo ou bom). Outros 29,4% avaliam como regular.

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O levantamento mostra que a rejeição é maior entre homens (51%) do que entre mulheres (48%). Por faixa etária, a desaprovação supera a aprovação entre eleitores de 16 a 59 anos, com pico entre 25 e 44 anos (55%). Já entre os que têm 60 anos ou mais, Lula mantém vantagem, com 55% de aprovação e 39% de desaprovação.

Por renda, a aprovação é majoritária entre quem ganha até dois salários mínimos (52%), mas fica abaixo da desaprovação nas faixas superiores, chegando a 55% entre quem recebe mais de cinco salários mínimos. No recorte por escolaridade, Lula tem melhor desempenho entre eleitores com ensino fundamental (60% de aprovação), enquanto enfrenta rejeição mais elevada entre os de nível médio e superior.

Regionalmente, o Nordeste segue como principal base de apoio, com 60% de aprovação, enquanto Sul (61%) e Norte/Centro-Oeste (58%) concentram maiores taxas de desaprovação. No Sudeste, a rejeição atinge 52% e a aprovação, 41%.

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A série histórica indica deterioração recente da avaliação. Após atingir patamar de aprovação superior a 50% até novembro de 2024, os índices atingiram o pior pico em fevereiro do ano passado em 55% de rejeição.

A pesquisa também captou expectativas para os próximos seis meses. Para 34,9%, a situação do emprego deve melhorar, enquanto 23,0% esperam piora e 38,3% acreditam em estabilidade. Em relação à renda, 31,2% projetam aumento, 12,7% queda e 51,1% estabilidade.

Na avaliação de áreas específicas, predomina a percepção de estabilidade. Na saúde, 42,4% acham que a situação ficará igual, ante 32,2% que esperam melhora e 22,3% piora. Na educação, 44,1% projetam estabilidade, 35,3% melhora e 17,7% piora. Já na segurança pública, 44,3% acreditam que o quadro permanecerá inalterado, enquanto 27,2% veem melhora e 24,7% piora.

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