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Caiado: Se chegar à Presidência, vou parar essa reforma tributária na hora

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O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência, afirmou nesta terça-feira, 28, que, caso eleito presidente, interromperá a reforma tributária, em fase de transição prevista para terminar em 2033.

"Essa reforma tributária que passou... se eu chegar na Presidência, vou pará-la na hora. Porque com ela, o vereador e o deputado estadual só vão ser solicitados para dar nome de rua, porque não vão legislar mais nada", declarou na 25ª Marcha dos Gestores e Legislativos Municipais, que reúne em Brasília vereadores de todo o País.

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À plateia, Caiado criticou o modelo do Comitê Gestor do IBS, a quem caberá fazer os repasses dos impostos aos entes federados. "Vocês não vão discutir pauta nenhuma, porque a concentração vai ser de um colegiado em Brasília para decidir qual é a mesada que passa para cada governador e para cada prefeito do Brasil. É a maior concentração de poder já vista", continuou.

Críticas a PL e PT

Caiado disse que seu principal desafio na campanha é o desconhecimento e reafirmou as críticas à polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo Planalto.

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Sem citar Flávio, Caiado disse que o PL já governou o País e não conseguiu atender às demandas. "Quando você governa bem, você ganha a sua reeleição, você faz sucesso ... Se não diagnosticou bem, a doença volta a pior afetar", disse.

Economia

Caiado afirmou que diversos setores da economia estão com dificuldades, como o comércio, a indústria, o de serviços e o do agronegócio. Caiado disse que, se eleito, não permitirá mais a importação de leite de outros países.

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"Tem muita gente de pecuária de leite aqui? Conheço a realidade da dívida. Eu, sendo presidente, vou tirar o leite de todo acordo internacional que o Brasil venha a fazer. Não vai entrar mais o leite importado no Brasil", disse.

O senador também acenou aos vereadores e falou que, se eleito, sugerirá mudanças na Constituição para dar mais recursos e autonomia para os municípios.

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