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Caiado defende petróleo na Margem Equatorial e sugere crítica à reinjeção do gás natural

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O pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), defendeu nesta sexta, 24, a exploração de petróleo na Margem Equatorial, falou da ampliação da infraestrutura de gasodutos no Brasil e também deu uma declaração com teor crítico ao nível de reinjeção de gás natural no Brasil. Ele participou da 9ª Abertura da Safra Mineira de Açúcar e Etanol, evento organizado pela Companhia Mineira de Açúcar e Álcool (CMAA).

"Não dá mais para ficar olhando a faixa Equatorial, exatamente a Guiana sugando e nós não aproveitando todo aquele petróleo", declarou em relação ao país vizinho que passa por elevado crescimento econômico após as descobertas de enormes reservas.

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Sobre gás natural, Caiado relatou que a Índia, apesar de não ser um ator relevante na produção desse insumo, tem uma das maiores estruturas de refinaria do mundo. O Brasil, por outro lado, ainda enfrenta gargalos logísticos para aproveitar o aumento da produção. A reinjeção nos poços ocorre, em parte, pela falta de infraestrutura de escoamento e processamento, além de razões técnicas para aumentar a produção de petróleo.

"Nós reinjetamos 113 milhões de metros cúbicos de gás por dia no pré-sal. Nós precisamos dessa estrutura gasodutos para alimentar o produtor. São obras de gasodutos que vão desenvolver o Brasil ", disse.

O pré-candidato à Presidência declarou ainda que o Brasil não pode ficar "dependente" de conflitos geopolíticos, em referência ao acirramento da situação no Oriente Médio e ao impacto na cadeia do setor de combustíveis. Ele também argumentou que o preço da gasolina é minimizado, hoje, pela produção do etanol, tendo em vista que há mistura do insumo.

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