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Bolsonaro fala em 'eleição mais importante do Brasil' e retoma discurso econômico

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Com um esquema de segurança reforçado durante comício em São João de Meriti, na Baixada Fluminense (RJ), o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, evitou críticas ao ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e voltou a focar a artilharia no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a defender ações de seu governo na área econômica.

"No domingo, teremos a eleição mais importante do Brasil. É a volta do passado da corrupção ou a manutenção da paz e do trabalho. Temos um presidente que defende a família brasileira e está ao lado do seu povo", disse, ao lado de políticos locais e de integrantes da campanha.

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O presidente estava no Rio de Janeiro na noite desta quarta, 26, quando recebeu a decisão do ministro Alexandre de Moraes de negar o pedido da campanha para investigar supostas irregularidades em inserções eleitorais por emissoras de rádios. Ele retornou para Brasília e convocou, às pressas, uma reunião com comandantes das Forças Armadas.

Moraes alegou que os dados apresentados pela campanha de Bolsonaro são inconsistentes. Para o ministro, a campanha levantou suposta fraude às vésperas da eleição "sem base documental crível, ausente, portanto, qualquer indício mínimo de prova".

De volta ao Rio, Bolsonaro manteve as agendas previstas para esta quinta-feira, 27. Ao lado do prefeito de São João de Meriti, Doutor João (PL), do governador reeleito do Rio, Cláudio Castro (PL), e de aliados, Bolsonaro voltou a defender medidas tomada pelo governo federal e a criticar o Lula.

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"Temos uma das gasolinas mais baratas do mundo e a criação de 250 mil novos empregos por mês. O Bolsa Família era de R$ 190 e, agora, o Auxílio Brasil é R$ 600. Somos contra a ideologia de gênero (sic) e não queremos liberação das drogas", disse.

Bolsonaro voltou a pedir que seus apoiadores consigam ao menos três votos até o domingo e que convençam aqueles que não foram votar no primeiro turno.

"Vocês que votaram no primeiro turno, votem de novo. O Brasil é do nosso senhor Jesus Cristo. Não aceitamos fechar igrejas", alegou.

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