Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Aziz critica 'rifa de propina' e diz que emenda agiliza importação de vacina

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Em resposta ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PLS-SP), o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19, senador Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que a emenda que apresentou - acerca da dispensa de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para importação de vacinas contra a covid-19 - visava agilizar a compra dos imunizantes, "não para o governo federal fazer 'rifa de propina' como está ficando comprovado pelas denúncias que pipocam na mídia".

A manifestação aconteceu em resposta ao deputado e filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que havia divulgado em seu perfil no Twitter que Aziz propôs a compra dos imunizantes pelos entes federativos sem o aval da agência reguladora. "Querem acusar o governo de que? Canalhas!", escreveu o deputado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Na última sexta-feira (25), a CPI realizou a oitiva do deputado federal Luís Miranda (DEM-DF) e de seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda. Durante o depoimento, o deputado afirmou que o ex-ministro da Saúde Ricardo Barros (PP-PR), atual líder do governo na Câmara, seria o responsável por irregularidades na compra da vacina indiana contra a covid-19 Covaxin - desenvolvida pelo laboratório Bharat Biotech.

Em fevereiro, Barros havia apresentado uma emenda para flexibilizar a Medida Provisória 1026/2021, que dispõe sobre as ações excepcionais relativas à aquisição de vacinas e insumos para o combate à pandemia, a fim de facilitar a compra da Coxavin. Além disso, o deputado também propôs um projeto de decreto legislativo que suspendia a exigência da realização de testes da fase 3 dos ensaios clínicos no País como condição para autorização emergencial dos imunizantes.

Segundo o depoimento dos irmãos Miranda, o presidente Jair Bolsonaro foi informado sobre as possíveis irregularidades em 20 de março.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV