Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Assessor do PT defende política econômica anticíclica para atrair investimentos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Assessor econômico da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à Presidência da República, Guilherme Mello saiu em defesa nesta quinta-feira, 15, de uma política econômica anticíclica para atrair investimentos e embalar o crescimento econômico brasileiro. "É só seguir uma regra anticíclica, regra flexível, que priorize investimentos, gastos de boa qualidade, que garanta credibilidade. E para isso precisa de pacto político", afirmou em seminário com representantes dos presidenciáveis em Brasília.

Mello defendeu a construção de um novo arcabouço fiscal, porque o atual, para ele, perdeu credibilidade ao ser alterado sistematicamente. "Precisamos de novo arcabouço fiscal crível, que priorize investimentos e gastos de qualidade. Ao longo do tempo, recupera crescimento, arrecadação, estabiliza dívida pública para em um momento reduzi-la", avaliou, sem detalhar, contudo, qual será a âncora fiscal do PT com o fim do teto de gastos, caso Lula seja eleito em outubro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O economista ligado ao PT defendeu que a Petrobras se transforme em uma empresa de energia e desenvolva sua capacidade de refino, para evitar ser apenas exportadora de óleo cru. "É repensando papel da Petrobras, como uma empresa de energia, mas também como instrumento de gerenciar choques de custo, como é o atual", declarou.

Programa do governo Bolsonaro, o Auxílio Brasil também foi criticado por Mello. Para ele, a vitrine social do candidato à reeleição é mal desenhada, porque um homem solteiro ganha o mesmo do que uma mãe com três filhos. Além disso, o programa retirou os incentivos à escolarização e à vacinação das crianças, marcas do antigo Bolsa Família, o que é um problema para o economista e deverá ser revertido caso Lula volte ao Palácio do Planalto.

Mello participa de seminário organizado pelos Conselho Federal de Economia (Cofecon), Conselho Regional de Economia do DF (Corecon-DF) e Fórum Nacional pela Redução da Desigualdade. A campanha do candidato do PDT, Ciro Gomes, é representada por Nelson Marconi. Os candidatos Jair Bolsonaro (PL), Simone Tebet (MDB) e Luiz Felipe DÁvila (Novo) não enviaram representantes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV