Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Ao lado de Tebet e Marina, Lula diz que não pode 'importunar' Ciro por apoio

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que não pode "coagir" ninguém a apoiar sua candidatura ao Planalto durante comício neste sábado, 22, em Ribeirão das Neves (MG). Acompanhado de Simone Tebet (MDB), sua adversária no 1° turno e agora figura constante em seus atos de campanha, o petista afirmou que não iria ficar "importunando" seu ex-ministro e ex-candidato à Presidência, Ciro Gomes (PDT), a manifestar-se publicamente a seu favor.

"A gente não pode ficar tentando coagir ninguém para vir nos apoiar", disse Lula, durante o evento, lembrando da declaração que Ciro fez, a de que seguiria a decisão do PDT de apoiar a candidatura do petista no segundo turno. O ex-presidente, no entanto, disse desejar que o pedetista tenha "liberdade de decidir como quiser". "Na hora que quiser, não vou ficar importunando", afirmou, ao ser questionado sobre o tema por jornalistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Diferentemente de Simone, que declarou apoio a Lula e passou a trabalhar em sua campanha, Ciro apenas informou que seguiria a decisão de seu partido, sem fazer depois qualquer outra manifestação de apoio a Lula neste segundo turno.

Comentando sobre os apoios conquistados por ele e pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) na segunda fase da campanha, Lula criticou o governador mineiro reeleito Romeu Zema (Novo), que declarou voto e passou a trabalhar para a reeleição do presidente. "Ele passou a ideia para o povo de que não tinha candidato, e depois ele assume o bolsonarismo, o que é uma coisa ruim, negativa", disse o petista, que acrescentou depois "respeitar" Zema.

"Eu estava sabendo que o governador de Minas ia levar Bolsonaro lá (Teófilo Otoni, onde Lula cumpriu agenda ontem). Já tentaram fazer reunião com prefeito que foi fracassada", disse o petista, que tenta estancar a perda de fôlego e conquistar mais votos no Estado, tido como uma peça-chave para as eleições presidenciais. No primeiro turno, Lula recebeu 5,8 milhões de votos dos mineiros, aproximadamente 560 mil a mais do que Bolsonaro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em campanha pela não abstenção, Lula disse ainda estar focado para conseguir o voto dos indecisos e daqueles que não votaram no primeiro turno. "Eu, sinceramente, acho que nós, povo brasileiro, as forças políticas que estão comigo, vamos ganhar as eleições porque o povo precisa de democracia. Estamos trabalhando para que pessoas que não foram votar, apareçam para votar (...) Teve lugares no País que 30% das pessoas não foram votar, precisamos tentar convencê-las a votar", declarou.

Pauta econômica

Lula também fez críticas ao presidente Jair Bolsonaro durante o evento, a quem classificou como "subordinado" das empresas que importam gasolina no País - o que explicaria a razão de o presidente da República não ter agido antes para baixar o preço dos combustíveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"É um cidadão que resolve fazer isso na perspectiva de ganhar as eleições, é porque poderia ter feito antes, não fez porque hoje é subordinado das empresas que importam gasolina no nosso País. São 392 empresas que exportam e importam pagando preço em dólar", disse Lula.

O petista acrescentou: "No dia 30, o povo vai ter que escolher entre o fascismo e a democracia, entre a barbárie e a democracia, entre a desumanidade e a humanidade. E está chegando o dia de decidir, é preciso ter clareza. Esse cidadão é um destruidor de esperanças e de sonhos. Passou o mandato inteiro aumentando diesel, gasolina, gás, e chegando as eleições, quando começamos a criticar o preço, começou a reduzir".

Ainda na pauta econômica, Lula voltou a falar do seu plano de renegociação de dívidas. Com o "Desenrola Brasil", o ex-presidente pretende, se eleito, criar um fundo público que permita a renegociação de dívidas em condições favoráveis aos consumidores, especialmente de serviços públicos, como energia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Vamos negociar tanto com o setor financeiro, como o de varejo. As pessoas não podem ficar com o nome sujo (...) É importante lembrar que faz quatro anos que o salário mínimo não tem aumento real, faz quatro anos que a merenda não tem aumento real, faz quatro anos que as categorias organizadas ganham menos que a inflação", reforçou.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV