Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Política
publicidade
POLÍTICA

Andrei Rodrigues desiste de participar de evento da PF e é defendido por nº 2

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça pelo afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Passos Rodrigues, pegou a cúpula do órgão de surpresa e provocou uma confusão em uma cerimônia da corporação na manhã desta terça-feira, 8. Andrei acabou escalando para substituí-lo o número 2 da PF, o diretor-executivo William Murad, que fez uma defesa do trabalho da corporação e disse que o diretor-geral tinha a "total confiança" da equipe.

"Não nos deixaremos abalar por ataques, venham de onde vier, e aqui reafirmamos e reafirmo a nossa total confiança na direção-geral e no diretor-geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues. o momento exige serenidade, mas saberemos atravessar essa tempestade, como tantas vezes o fizemos", afirmou Murad.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Andrei tinha confirmado a presença no evento de abertura do curso de formação dos agentes da PF, que tinha início previsto para as 9h.

Ele já estava a caminho da Academia Nacional de Polícia Federal quando tomou conhecimento da decisão de Mendonça, proferida pouco antes do início da cerimônia.

Andrei, então, reuniu-se com sua equipe mais próxima para definir como proceder. O chefe afastado da PF, então, desistiu de participar da cerimônia e escalou para a missão o seu número dois na PF, William Murad, diretor-executivo, que permanece no cargo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A cúpula da PF classificou, em conversa com interlocutores, a decisão como "política" e disse que o sentimento era de "revolta e indignação".

Ao discursar no evento, Murad saiu em defesa de Andrei Rodrigues e criticou tentativas de "usurpação" das atribuições da PF. Em relatórios de inteligência divulgados na semana passada, a Polícia Federal acusa o ministro André Mendonça de interferir indevidamente no andamento das investigações.

Murad afirmou aos recém-ingressos no curso de formação de agentes da PF que o trabalho da corporação era técnico e imparcial. Disse, ainda, que o dever deles era de "defender a nossa instituição de ataques e tentativas de usurpação das nossas atribuições".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV